Atec Cultural de Fevereiro – Arquitetura e ciclos de vida com Rodrigo Loeb

QUANDO: 15 de fevereiro de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

A primeira palestra da Atec Cultural 2017 será realizada por Rodrigo Mindlin Loeb e tem como tema a arquitetura e os ciclos de vida.

Da arquitetura hoje se cobram múltiplas responsabilidades, entre elas a que reduz impacto ambiental em todas as fases – do projeto à construção e ao uso. É importante pensar também nos impactos sociais e culturais de cada edificação. Mas, além disso, e necessário antecipar no projeto o momento de desmontagem ou de desmobilização de uma obra construída. Como ela será feita? De que maneira afetará menos o ambiente? É possível pensar em logística reversa, tentando separar componentes construtivos para uma futura desmontagem?

O tema será exemplificado por projetos de autoria do escritório Mindlin Loeb +Dotto, do qual Rodrigo Loeb é um dos titulares.

Rodrigo Loeb formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP). Fez seu mestrado em Energia e Meio Ambiente pela Architectural Association School of Architecture em Londres, Inglaterra. Tem escritório próprio – Mindlin Loeb +Dotto desde 2002, em sociedade com o arquiteto Caio Atílio Dotto. Desenvolve atividade acadêmica como Professor de Projeto de Arquitetura e na Especialização em Arquitetura e Meio Ambiente desde 2001, tendo lecionado na Faculdade Belas Artes de São Paulo, no Instituto Presbiteriano Mackenzie e na Escola da Cidade.


Open Box Atec, começando 2017 com o pé direito

Que tal começar 2017 aproveitando excelentes oportunidades? A Atec está promovendo, por tempo limitado, mais uma Open Box.  São produtos do showroom, originais, criados por designers consagrados e com preços imperdíveis! Leve para sua casa ou escritório os móveis e acessórios mais desejados do mundo, com descontos que variam de 30% a 70%. Confira a lista de produtos que participam dessa promoção:

*Imagens meramente ilustrativas

Produtos da Herman Miller:

Celle Chair, Aeron Side Chair, Eames Aluminum Group Chairs, Eames Molded Plastic Chairs,  Setu Chair e Setu Lounge Chair, Caper Chair, SAYL Chair, Aside Chair, poltrona Swoop Club Furniture, Eames Tables, mesa Nelson Swag Leg , banco Tuxedo, Abak Enviroments, Tu Filing, Luminária Flute Personal Light.

Produtos Fritz Hansen:

Luminária KAISER Idell, cadeira Series 7, poltrona VIA 57, cadeira Drop, cadeira Space, NAP chair, mesa T-NO1, mesa Analog, mesa Essay, poltrona Swan, poltrona RO, EGG chair, cadeira Rin, Minuscule Chair, mesa de apoio Minuscule, poltrona Séries 3300, sofá FAVN, sofá LISSONI, sofá ALPHABET.

Produtos USM:

USM Haller Modular Office Cabinet,

Produtos LEES:

Carpetes Lees, vários modelos.

Para saber mais sobre a promoção e os produtos, clique aqui. Aproveite, pois os descontos são oferecidos por tempo limitado. Consulte a disponibilidade dos produtos.


A importância da iluminação das estações de trabalho

Reprodução Herman Miller

Reprodução Herman Miller

 

A ergonomia está além do suporte e apoio ao corpo e aos movimentos. Na verdade, qualquer coisa no ambiente físico que possa, de alguma forma, afetar a sua saúde está diretamente relacionada à ergonomia. Hoje vamos falar sobre iluminação da área de trabalho. Quando há pouca luz, as pessoas repetem o comportamento de quem tem estrabismo e franzem a testa, sem perceber. A redução da fadiga ocular e a iluminação adequada preservam a saúde dos olhos e aumentam a produtividade em mais de 6%.

Descobertas da Herman Miller

As pesquisas já realizadas pela Herman Miller, até aqui, comprovam que todos os elementos que interferem no ambiente de trabalho – como fatores ambientais, ruídos, temperatura e iluminação – contribuem para o conforto (ou desconforto) da equipe, impactando diretamente em sua produtividade.

É fato que o acesso à luz natural aumenta a sensação de bem-estar psicológico, mas essa luz não é suficiente para a realização da maioria das tarefas de escritório, porque há uma grande variação em sua intensidade. Mesmo que haja bastante luz natural, o tipo de luz nem sempre é o adequado para a realização das tarefas, o que pode ocasionar fadiga ocular e dores de cabeça, além de deixar o indivíduo mais propenso a cometer erros.

Mas o que seria a iluminação ideal? Isso depende, em grande parte, da idade da pessoa. Pessoas sob as mesmas condições de iluminação não possuem as mesmas condições de visibilidade. Uma pessoa de 20 e poucos anos, por exemplo, enxerga oito vezes mais que as pessoas que possuem 60 anos. Além disso, a qualidade da visão também pode variar entre pessoas que possuem a mesma faixa etária. A quantidade de iluminação também depende do nível de cansaço da visão de cada indivíduo, de acordo com as tarefas que cada um costuma realizar no dia a dia.

O ideal é que cada estação de trabalho possua sua própria iluminação, e que os que ali trabalham possam controlar a quantidade e intensidade da luz emitida.

O problema

As tendências atuais – do design e de todos os setores – estão voltadas para a diminuição do uso de energia, levando as empresas a repensar o modo como esta vem sendo utilizada. Ao decidir a luz necessária para cada ambiente, o designer leva em conta a iluminação natural e superior, a fim de entender como elas suprirão as necessidades dos trabalhadores. Quando as empresas se mudam para espaços mais abertos, elas veem ali grande oportunidade para reduzir os custos com iluminação artificial, aproveitando ao máximo a iluminação natural. Infelizmente o nível de luminosidade emitido nesses ambientes não é o recomendável para leitura em telas de computadores, e também tornam as leituras em textos de papel mais difíceis.  

A solução

As luminárias individuais, quando bem concebidas, proporcionam total controle para ligar e desligar, controle de projeção de luz, aumento e redução de brilho e ainda não castigam o trabalhador com a emissão exagerada de calor.

A Atec oferece uma variedade de luminárias com design e funcionalidade impecáveis. Confira em nossos produtos.


Yves Béhar e a mágica que transforma tecnologia em arte

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Yves Béhar, fundador da Fuseproject, fotografado pela equipe do vanityfair.com, em São Francisco.

Yves Béhar nasceu na Suíça e desde pequeno se acostumou a desafiar a normalidade e a previsibilidade de fatos e situações “Eu sou um pouco contraditório”, diz ele, “E é difícil ser contraditório em um país que não muda.”.

Ele trabalhou em várias empresas de design o que lhe proporcionou uma vasta experiência com clientes do ramo de tecnologia. Ao longo do tempo ele percebeu, por exemplo, que os investidores queriam saber exatamente quanto teriam de retorno financeiro em seus projetos. Essa é uma mensuração quase impossível, quando o design é feito apenas com foco na decoração. Foi aí que Yves começou a investir no aspecto paralelo, que ninguém investia.

Hoje, Béhar é reconhecido principalmente pela facilidade em transformar a tecnologia em objetos meticulosamente trabalhados e é considerado um dos designers que mais se destaca no setor tecnológico, ao longo das duas últimas décadas.

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Esboços da pulseira Up, que dá dicas de como levar uma vida mais saudável

Sempre buscando uma direção diferente da habitual e privilegiando curvas e outros traçados, ele definiu um estilo de design peculiar, que remete, de maneira subliminar, à paisagem natural da Califórnia – tanto as suas colinas suaves quanto as suas costas perigosamente afiadas.

Sua reputação foi formada graças a projetos como o laptop da One Laptop per Child, o fone de ouvido sem fio da Jawbone e a pulseira Up fitness bandque é usada para medir o desempenho do corpo e dar dicas de como levar uma vida mais saudável.

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“É da natureza humana buscar uma vida sem molduras. As pessoas querem ir além das expectativas. E elas querem o mesmo espírito sem fronteiras nos objetos que usam”, comenta Yves Béhar, designer da nova linha de cadeira SAYL da Herman Miller.

Sua constante necessidade de se reinventar o fez fundar, em 1999, a Fuseproject – empresa de design em São Francisco. Foi depois disso que ele desenvolveu o design de uma cadeira de escritório elegante e onipresente para a Herman Miller: a SAYL Chair que se destaca não só por seu projeto inovador – o encosto da cadeira, por exemplo, foi inspirado nos princípios arquitetônicos de pontes suspensas – mas por sua grande característica sustentável que faz com que a cadeira seja 93% reciclável.

A última criação de Yves recebeu o nome de “August”. Trata-se de um sistema de segurança para o lar, que vai substituir parafusos e peças ‘mortas’ da fechadura e fará com que a porta se abra através de um simples comando do celular, por meio de um aplicativo específico. Isso vai mudar a forma com as pessoas lidam com a segurança de casa desde a invenção da fechadura tradicional, na antiga Mesopotâmia.

Atualmente, em suas obras, Béhar prioriza acima de tudo a adoção acelerada de novas ideias. Para Nicholas Negroponte, fundador do Media Lab do MIT e parceiro de Béhar no projeto One Laptop per Child, “As grandes ideias estão ocultas de nossa visão periférica e só podem ser alcançada por profissionais que sabem dar grandes saltos através de pensamentos audaciosos. Yves Béhar sabe exatamente como fazer isso”, diz.

Post adaptado do artigo “Surfing the Next Wave“, do site  http://www.vanityfair.com

 


Atec Cultural – Curso: História do Design com Ethel Leon

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ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO:
 Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
QUANDO: Terças-feiras, 19h30 às 21h30
INÍCIO: Março/2017
INSCRIÇÕES: nara.rayssa@atec.com.br
MENSALIDADE: R$350

Início em 7 de março de 2017.

O curso pretende dar uma visão geral do design europeu e norte-americano a partir do final do século XVIII até o fim do século XX/começo do século XXI, permitindo que se estabeleçam diálogos com a produção brasileira.

Serão selecionados momentos e temas significativos em diferentes módulos.

7 de março
Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser , os movimentos de reforma do gosto;

14 de março
William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace.

21 de março
O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade.

28 de março
Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade.

4 de abril
O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa.

11 de abril
Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas.

18 de abril
O lazer organizado. As novas exposições internacionais. Moda e luxo, o consumo conspícuo. Alta e baixa cultura, novas fronteiras.

25 de abril
A exacerbação dos nacionalismos. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua auto-expressão e a noção de ‘design total’.

2 de maio
Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas.

9 de maio
O construtivismo russo e a Vchutemas.

16 de maio
Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero.

6 de junho
O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre.

13 de junho
A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho.

20 de junho
O pensamento de J. Itten.O pensamento de Kandinsky e de P. Klee.

27 de junho
A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria.

1 de agosto
O pensamento de Josef Albers sobre as cores. A gráfica de Herbert Bayer. O período Hannes Meyer.

8 de agosto
A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica.

15 de agosto
Ford e o fordismo.O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano.

22 de agosto
O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo.

29 de agosto
A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. O design europeu absorvido pelas grandes corporações norte-americanas. Walter Paepcke e Herbert Bayer.

5 de setembro
O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson.

12 de setembro
A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O caso Tupperware e as questões de gênero.

19 de setembro
O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França.

26 de setembro
A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha.

3 de outubro
O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo.

10 de outubro
O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti.

17 de outubro
A gráfica suíça. O estúdio Push Pin.

24 de outubro
O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. A Helvetica e gráfica internacional.

31 de outubro
A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional.

7 de novembro
Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos. A defesa de consumidores. A visão multicategorial do design.

14 de novembro
Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile.

21 de novembro
Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system.

28 de novembro
Algumas questões do design contemporâneo. Desindustrialização de muitos países, a emergência da China. As críticas ambientalistas. A passagem de produtos a serviços.