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Atec Cultural de Julho – Módulos com Rogério Batagliesi

QUANDO: 12 de julho de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

A próxima palestra da Atec Cultural será dada pelo arquiteto e designer Rogério Batagliesi, sobre o tema: “Modularidade nas áreas projetuais”.

Partindo de sua própria experiência, Batagliesi pretende dar exemplos de tramas e componentes, com apresentação de obras da arquitetura mundial — desde a Grécia clássica até a arquitetura contemporânea —, apresentando também seu percurso, como arquiteto e designer gráfico, em que se tornou um estudioso e um entusiasta da modulação.

A palestra terá a presença de representantes da empresa suíça USM, responsável por armários modulares internacionalmente reconhecidos e que, recentemente, realizou um grande seminário internacional sobre o tema modularidade.

Rogério Batagliesi é arquiteto formado pela Universidade Mackenzie, com especialização em Urbanização e Habitação pela PUC/Urplan. Atua nas diversas áreas de projeto — Arquitetura, Urbanismo, Arquitetura de Interiores, Design, Design Gráfico, Projetos de Sinalização e Sistemas Ambientais. Com muitas premiações no currículo, é sócio-diretor da empesa Batagliesi & Associados.


Atec Cultural de Maio – O ofício do arquiteto com Roberto Loeb

QUANDO: 15 de maio de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

Na palestra do dia 15 de Maio de 2017, a conversa deverá girar em torno do ofício do arquiteto na concepção de projetos diversos, como o da Natura, Mahle, Sicpa Danone, além de projetos como o Centro de Cultura Judaica (UNIBES), o Santander Cultural em Porto Alegre, a Ponte Bayer e outros como o Poupatempo, o Instituto Anchieta Grajaú e o Metrô Aereo.

A produção de projetos por Roberto Loeb e equipe tem como “marca” o domínio do ofício a serviço da constante procura de soluções com foco na inovação técnica e programática, visando a concepção de “Artefatos”, na escala do mobiliário, da arquitetura e do urbanismo. O “Caos” e a “Utopia” servem de matéria-prima para a reflexão conceitual no processo da criação e construção de espaços de variadas naturezas, sejam eles coletivos ou individuais. Graduado em 1965 pelo Mackenzie, exerce o ofício com seus associados do escritório LOEBCAPOTE, Arquitetura e Urbanismo Ltda.

Roberto Loeb nasceu em 17 de maio de 1941, em São Paulo, Brasil. Em 1965, formou-se pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie, sendo mais tarde professor de projetos nessa mesma faculdade. Classificou-se em 1º lugar para o projeto da Nova Fábrica da Natura, Edifício Sede H.Stern, Edifício Sede da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, sede do Unibanco e sede da Basf Brasileira S/A — todos em São Paulo. Os dois últimos em associações com outros arquitetos. No exterior, participou de concursos para o Indira Gandhi National Center for Arts — um Centro Cultural em Nova Delhi, Índia; o Concorso Internazionale “Le Murate”, em Florença, Itália; o Competition for the New York Waterfront, em Nova York, Estados Unidos; o New Acropolis Museum, em Atenas, Grécia; a Biblioteca Alexandrina, em Alexandria, Egito; e o Reichstagsgebäude — a nova capital da Alemanha unificada em Berlim, Alemanha. Expôs seus projetos em Paris, na mostra coletiva 30 Arquitetos Brasileiros, a convite do IFA — Institut Français d’Architecture. Participou como convidado oficial e conferencista do XVII International Congresso f Architecture em Montreal, Canadá, falando sobre “Arquitetura e Política”. Como arquiteto convidado, apresentou seus projetos na Schoool of Architecture, University of Waterloo, no Canadá e na Cranbrook Academy of Art, em Bloomfield Hills, Michigan. No Brasil, apresentou seus trabalhos em exposições individuais no Museu de Arte de São Paulo (MASP) e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ). Junto ao Ministério das Relações Exteriores, projetou e montou exposições para o Departamento de Feiras e Exposições do Itamaraty na Galeria Debret, em Paris, França, e na Furniture Mart em New York, Estados Unidos. Foi também responsável pela exposição e desfile de moda brasileira no Pierre Hotel em New York, Estados Unidos; uma exposição de produtos industriais brasileiros em Nigéria, Lagos, Santa Cruz de La Sierra e Cochabamba, Bolívia; uma exposição da paisagem brasileira em Buenos Aires, Argentina, e uma exposição industrial brasileira em Bruxelas, Bélgica. Realizou o projeto padrão para a Blockbuster e as primeiras cinco lojas em São Paulo, projetos para as novas sedes da Companhia de Cervejas Brahma, Gessy Lever, Casas Pernambucanas, Alpargatas Santista, Camargo Corrêa, Mckinsey, Grupo Garantia, Multibrás, Cimento Tupi, Sempar, Consulado Geral do Canadá, Softbank, Intersystems do Brasil, GP Investimentos, São Carlos Participações, readequação do Centro Ericsson (sede administrativa) e GP Capitales Privados de México, em México D.C., e os novos escritórios da Russell Reynolds Associates — os dois últimos inaugurados no primeiro semestre de 2008. Responsável pelo detalhamento do projeto de arquitetura do Hotel Meliá e Centro de Convenções World Trade Center, em São Paulo, e autor dos projetos para o novo Parque Temático Hopi Hari, em Vinhedo, em conjunto com a International Theme Park Service, com área aproximada de 200.000 m². Criou para o Governo do Estado de São Paulo o modelo padrão do sistema Poupatempo, Central de Atendimento ao Cidadão do Governo do Estado de São Paulo, sendo autor do projeto das unidades Sé, localizada no Edifício da Secretaria da Fazenda, e Santo Amaro, já reproduzido em vários bairros do município de São Paulo. Destacam-se ainda projetos na área cultural como a Casa de Cultura de Israel em São Paulo – SP (Centro Cultural da Comunidade Judaica do Estado de São Paulo), o Itaú Cultural em São Paulo – SP e o Santander Cultural em Porto Alegre – RS. O arquiteto atua na área de Projetos Sociais, na produção e concepção de projetos para moradores em situação de rua ou de risco, como no Projeto Oficina Boracéa, Minha Rua Minha Casa e Projeto Anchieta.

Por esses projetos, recebeu, em outubro de 2003, o prêmio de Arquiteto do Bem das mãos da prefeita da cidade de São Paulo, Marta Suplicy. Participou em maio de 2003 do International Creativity Competition, promovido pela União Nacional dos Arquitetos da Ucrânia juntamente com demais entidades de arquitetura nacionais e regionais desse país e do Leste Europeu, para a escolha dos melhores profissionais nas diversas áreas de arquitetura nos anos 2001 e 2002. Participaram cerca de 50 arquitetos, representando a Ucrânia, Rússia, Romênia, França e Brasil. O arquiteto Roberto Loeb participou com as obras do Itaú Cultural, Centro da Cultura Judaica, Santander Cultural e Natura, sendo agraciado com a premiação de Melhor Arquiteto Estrangeiro. A cerimônia de premiação foi realizada no dia 29 de maio de 2003, em Odessa, Ucrânia, ocasião em que foi entregue a estatueta Creation, criada pelo escultor Mikhail Reva. Foi convidado como membro do júri para a premiação de 2004, sendo encarregado de proferir a conferência de encerramento em 26 de maio, em cerimônia realizada na cidade de Odessa, na Ucrânia. Em janeiro de 2004, foi convidado pelo programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, para apresentar uma proposta para a cidade de São Paulo dos 500 anos. A proposta apresentada trata de um Metrô Aéreo como uma forma de viabilizar o transporte coletivo da cidade de São Paulo. Em 2007, atuou como membro do júri do segundo Living Steel International Competition, um concurso internacional de grande porte, ao lado de arquitetos como Glen Murcutt, Charles Correa e Jaime Lerner. Em conjunto com o arquiteto Luis Capote, foi contratado pela Prefeitura do Município de São Paulo para realizar o Projeto de Reabilitação do Edifício São Vito (com área de 21.000 m²) no centro da cidade e, ao lado do Mercado Municipal, o Museu da Cidade. Em setembro de 2004, foi convidado para expor o projeto da Fábrica Natura-NEN na exposição itinerante Quadro da Arquitetura Brasileira, promovida pela Embaixada do Brasil na Colômbia, em Bogotá.

Nesse mesmo mês, também foi convidado pela Holcim Foundation da Suíça para apresentar o projeto da Fábrica Natura-NEN em o inaugural Fórum Mundial de Sustentabilidade e participou de mesa redonda com projetistas internacionais de edifícios sustentáveis de outras regiões do mundo. Participou da 3ª Bienal Asunción-Paraguay em outubro de 2004, como palestrante, e expôs sua obra representando a arquitetura contemporânea brasileira. A convite da Fundação Bienal de São Paulo, foi responsável pela organização do Pavilhão Brasileiro na Biennale di Architettura di Venezia (9ª Mostra Internacional de Arquitetura de Veneza, Itália), além de expor um conjunto de obras na mostra, que ocorreu entre os meses de setembro e novembro de 2004. Desenvolveu, entre 2005 e 2008, projetos para a construção da Nova Fábrica de Perfumes da Fator 5, em Arujá-SP; o Novo Centro de Criatividade e Escritórios Administrativos da IFF International Flavors & Frangrances, em Alphaville-SP; a Nova Unidade Industrial da Knorr-Bremse no Brasil, em Itupeva-SP; a Sede Administrativa da Weishaupt do Brasil, em Indaiatuba-SP; Edifícios Administrativos e de Pesquisa da AGRENCO, no Alto Araguaia-MT e Caarapó-MS; Envasadora de Água PRANA, em Campos do Jordão-SP e o Centro de Educação Ambiental para o Zoológico de São Paulo. Em 2009, projetou o Novo Centro de Distribuição da AVON no Estado de São Paulo, com 90.000m² de área construída; fez a modernização do CENESP – Centro Empresarial de São Paulo; fez o projeto urbanístico para um condomínio residencial do Grupo Equipav e um condomínio industrial, ambos em São José dos Campos- SP. Além dos serviços de desenvolvimento dos projetos de arquitetura e projetos técnicos, atua também no GERENCIAMENTO DE OBRAS, trabalhando junto com o cliente para atingir os objetivos de prazo e custos.

Entre outras obras, destacam-se o Novo Centro Tecnológico Mahle Metal Leve (autopeças), a Nova Fábrica Fator 5 (perfumaria) e a reformulação do Centro Ericsson, já concluídos. Em execução, destacam-se o gerenciamento da construção da Nova Sede Administrativa da Cocamar e da Nova Unidade Industrial da Sicpa Tintas e Sistemas. Inaugurou em junho/2008 o Novo Centro de Tecnologia e Pesquisa da MAHLE Metal Leve S.A. em Jundiaí, no Estado de São Paulo, no qual foi responsável pelo desenvolvimento dos projetos de arquitetura, interiores, bem como coordenação dos projetos técnicos complementares, acompanhamento técnico e gerenciamento das obras. Foi convidado pela Fundação Bienal de São Paulo a participar como curador da exposição do Pavilhão Brasileiro na 11ª MIA (Mostra Internacional de Arquitetura) de Veneza, realizada no período de 14 de setembro a 23 de novembro de 2008. Na área de projetos, atualmente desenvolve o novo Data Center do Banco Santander para a América Latina, na cidade de Campinas-SP; a Nova Sede Administrativa da Cocamar, em Maringá-PR; a Nova Unidade Industrial da Sicpa Tintas e Sistemas, em Santa Cruz-RJ; os novos escritórios da Goldman Sachs e reformulação dos escritórios da GP Investimentos, em São Paulo-SP; a Nova Unidade Industrial da Knorr-Bremse no Brasil, em Itupeva-SP; a Nova Sede Administrativa da CEMARA, em Americana-SP; o projeto conceitual para Ampliação das unidades fabris do Espaço Natura, em Cajamar-SP e a Nova Unidade industrial da Embelleze, em Nova Iguaçu-RJ.


Eames Lounge: leve seu prazer a sério

A Eames Lounge Chair, criada por Charles e Ray Eames permanece como ícone incontestável do design mundial. É a representação de uma beleza e conforto inigualáveis, mesmo que seis décadas já tenham passado desde a sua criação.

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É uma poltrona, mas não apenas isso. É também a materialização do conhecimento e do trabalho de um casal incomum, até para os dias atuais.

Interessante observar, revisitando a história, que os Eames se uniram não só para compartilhar uma vida e constituir uma família, mas para somar o turbilhão de ideias que dominavam suas mentes.

Juntos, eles usavam a criatividade para buscar soluções simples e sofisticadas para a vida. Não é por acaso que seus projetos ultrapassam gerações e ainda surpreendem pelo design, conforto, prazer e qualidade de vida que proporcionam a quem tem o privilégio de desfrutá-los.

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Charles e Ray Eames eram mais que um casal, uma equipe. Um time que possuía a capacidade de encontrar a conexão humana em cada detalhe. Viam o design em sua forma holística, estavam sempre criando e modelando. Acreditavam no design como estilo de vida, não apenas profissão.

Em cada projeto criado pelo casal — projetos estes que não estão restritos ao mundo mobiliário, importante ressaltar — eles provavam que o design, como um bom anfitrião, prevê as necessidades de seus convidados e busca alternativas para que essas necessidades sejam supridas.

Para os Eames, não bastava buscar e encontrar alternativas, era preciso modificá-las constantemente. Charles e Ray acreditavam que processo de criação de um projeto nunca acabava na manufatura. Incansáveis, eles sempre tentavam fazer melhor, otimizar o que já haviam conseguido, em busca da perfeição.

Eles não eram obcecados com estilos, curvas, tramas, formas. Eles eram obcecados com satisfação das necessidades. O design era, nas mãos desse casal, uma ferramenta para gerar soluções. Era parte da vida. Parte da qualidade de vida.

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Depois de tanto tempo aprendendo, conhecendo e apreciando os detalhes da Eames Lounge Chair — e de tantos outros produtos desenvolvidos pelos Eames — tomamos a liberdade de repetir uma das frases que Charles costumava dizer: “Leve seu prazer a sério”.

Charles dizia também que “Além da era da informação está a era das escolhas”. Se o design produzia e produz soluções para os nossos dias, para aumentar nossa qualidade de vida e para ajudar-nos a viver mais e melhor, a nós, só resta escolher.

 

Viste um de nossos showroons para ver de perto a Eames Longe Chair e os outros produtos criados pelos Eames. Te esperamos!


Curso: História do Design com Ethel Leon

A Atec Cultural tem novidade! A partir do dia 07 de março, o nosso showroom em São Paulo sediará o curso “História do Design” oferecido pela professora e historiadora do design Ethel Leon. Serão 33 semanas de muito aprendizado e trocas enriquecedoras. Traçando um verdadeiro panorama, as aulas irão abordar desde as origens do conceito de design, passando por Art Noveau, Bauhaus, o fordismo, o papel das mulheres dentro do mercado, o design desenvolvido a partir da periferia mundial, até as questões contemporâneas. O curso é destinado a designers, arquitetos, decoradores, estudantes de áreas afins, curiosos e interessados no assunto.

Ethel Leon é mestre e doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. É autora de Design Brasileiro Quem Fez, Quem Faz (Senac RJ, 2005); do texto do livro João Baptista da Costa Aguiar Desenho Gráfico (Senac SP, 2006); de Memórias do Design Brasileiro (Senac SP, 2009); e co-autora, com Marcello Montore, do capítulo brasileiro da História do Design na América Latina (Blücher, 2009). Organizou várias exposições de design brasileiro, entre as quais, “Singular & Plural, quase 50 anos de design brasileiro” e “Ornamentos do Corpo e do Espaço”, realizadas no Instituto Tomie Ohtake; e, com Kiko Farkas e Felipe Taborda, da mostra brasileira apresentada no Designmai, Berlim, 2006. É curadora da Atec Cultural.

Informações úteis:
Valor da mensalidade R$350,00
Valor da aula avulsa: R$100,00
Inscrições e informações com Nara Rayssa – nara.rayssa@atec.com.br
As aulas serão ministradas no showroom da Atec Original Design.
Às Terças-feiras, das 19:30 às 21:30. De 07 de março a 28 de novembro.
Av. Brg. Faria Lima, 1800, 10º. andar – Pinheiros, São Paulo – SP, 01451-001
Telefone: (11) 3056-1800

Abaixo, uma breve chamada com os temas que serão abordados em cada aula:

Aula 1.
Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser, os movimentos de reforma do gosto;

Aula 2.
William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace;

Aula 3.
O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade;

Aula 4.
Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade;

Aula 5.
O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa;

Aula 6.
Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas;

Aula 7.
O lazer organizado. As novas exposições internacionais. Moda e luxo, o consumo conspícuo. Alta e baixa cultura, novas fronteiras;

Aula 8.
A exacerbação dos nacionalismos. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua auto-expressão e a noção de ‘design total’;

Aula 9.
Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas;

Aula 10.
O construtivismo russo e a Vchutemas;

Aula 11.
Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero;

Aula 12.
O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre;

Aula 13.
A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho;

Aula 14.
O pensamento de J. Itten.O pensamento de Kandinsky e de P. Klee;

Aula 15.
A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria;

Aula 16.
O pensamento de Josef Albers sobre as cores. A gráfica de Herbert Bayer. O período Hannes Meyer;

Aula 17.
A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica;

Aula 18.
Ford e o fordismo.O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano;

Aula 19.
O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo;

Aula 20.
A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. O design europeu absorvido pelas grandes corporações norte-americanas. Walter Paepcke e Herbert Bayer;

Aula 21.
O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson;

Aula 22.
A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O caso Tupperware e as questões de gênero;

Aula 23.
O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França;

Aula 24.
A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha;

Aula 25.
O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo;

Aula 26.
O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti;

Aula 27.
A gráfica suíça. O estúdio Push Pin;

Aula 28.
O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. A Helvetica e gráfica internacional;

Aula 29.
A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional;

Aula 30.
Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos. A defesa de consumidores. A visão multicategorial do design;

Aula 31.
Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile;

Aula 32.
Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system;

Aula 33.
Algumas questões do design contemporâneo. Desindustrialização de muitos países, a emergência da China. As críticas ambientalistas. A passagem de produtos a serviços.

Aos indecisos de plantão: você pode agendar uma aula para experimentar o curso sem custo. Aulas avulsas serão cobradas.


Atec Cultural de Fevereiro – Arquitetura e ciclos de vida com Rodrigo Loeb

QUANDO: 15 de fevereiro de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

A primeira palestra da Atec Cultural 2017 será realizada por Rodrigo Mindlin Loeb e tem como tema a arquitetura e os ciclos de vida.

Da arquitetura hoje se cobram múltiplas responsabilidades, entre elas a que reduz impacto ambiental em todas as fases – do projeto à construção e ao uso. É importante pensar também nos impactos sociais e culturais de cada edificação. Mas, além disso, e necessário antecipar no projeto o momento de desmontagem ou de desmobilização de uma obra construída. Como ela será feita? De que maneira afetará menos o ambiente? É possível pensar em logística reversa, tentando separar componentes construtivos para uma futura desmontagem?

O tema será exemplificado por projetos de autoria do escritório Mindlin Loeb +Dotto, do qual Rodrigo Loeb é um dos titulares.

Rodrigo Loeb formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP). Fez seu mestrado em Energia e Meio Ambiente pela Architectural Association School of Architecture em Londres, Inglaterra. Tem escritório próprio – Mindlin Loeb +Dotto desde 2002, em sociedade com o arquiteto Caio Atílio Dotto. Desenvolve atividade acadêmica como Professor de Projeto de Arquitetura e na Especialização em Arquitetura e Meio Ambiente desde 2001, tendo lecionado na Faculdade Belas Artes de São Paulo, no Instituto Presbiteriano Mackenzie e na Escola da Cidade.