A importância da iluminação das estações de trabalho

Reprodução Herman Miller

Reprodução Herman Miller

 

A ergonomia está além do suporte e apoio ao corpo e aos movimentos. Na verdade, qualquer coisa no ambiente físico que possa, de alguma forma, afetar a sua saúde está diretamente relacionada à ergonomia. Hoje vamos falar sobre iluminação da área de trabalho. Quando há pouca luz, as pessoas repetem o comportamento de quem tem estrabismo e franzem a testa, sem perceber. A redução da fadiga ocular e a iluminação adequada preservam a saúde dos olhos e aumentam a produtividade em mais de 6%.

Descobertas da Herman Miller

As pesquisas já realizadas pela Herman Miller, até aqui, comprovam que todos os elementos que interferem no ambiente de trabalho – como fatores ambientais, ruídos, temperatura e iluminação – contribuem para o conforto (ou desconforto) da equipe, impactando diretamente em sua produtividade.

É fato que o acesso à luz natural aumenta a sensação de bem-estar psicológico, mas essa luz não é suficiente para a realização da maioria das tarefas de escritório, porque há uma grande variação em sua intensidade. Mesmo que haja bastante luz natural, o tipo de luz nem sempre é o adequado para a realização das tarefas, o que pode ocasionar fadiga ocular e dores de cabeça, além de deixar o indivíduo mais propenso a cometer erros.

Mas o que seria a iluminação ideal? Isso depende, em grande parte, da idade da pessoa. Pessoas sob as mesmas condições de iluminação não possuem as mesmas condições de visibilidade. Uma pessoa de 20 e poucos anos, por exemplo, enxerga oito vezes mais que as pessoas que possuem 60 anos. Além disso, a qualidade da visão também pode variar entre pessoas que possuem a mesma faixa etária. A quantidade de iluminação também depende do nível de cansaço da visão de cada indivíduo, de acordo com as tarefas que cada um costuma realizar no dia a dia.

O ideal é que cada estação de trabalho possua sua própria iluminação, e que os que ali trabalham possam controlar a quantidade e intensidade da luz emitida.

O problema

As tendências atuais – do design e de todos os setores – estão voltadas para a diminuição do uso de energia, levando as empresas a repensar o modo como esta vem sendo utilizada. Ao decidir a luz necessária para cada ambiente, o designer leva em conta a iluminação natural e superior, a fim de entender como elas suprirão as necessidades dos trabalhadores. Quando as empresas se mudam para espaços mais abertos, elas veem ali grande oportunidade para reduzir os custos com iluminação artificial, aproveitando ao máximo a iluminação natural. Infelizmente o nível de luminosidade emitido nesses ambientes não é o recomendável para leitura em telas de computadores, e também tornam as leituras em textos de papel mais difíceis.  

A solução

As luminárias individuais, quando bem concebidas, proporcionam total controle para ligar e desligar, controle de projeção de luz, aumento e redução de brilho e ainda não castigam o trabalhador com a emissão exagerada de calor.

A Atec oferece uma variedade de luminárias com design e funcionalidade impecáveis. Confira em nossos produtos.


Yves Béhar e a mágica que transforma tecnologia em arte

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Yves Béhar, fundador da Fuseproject, fotografado pela equipe do vanityfair.com, em São Francisco.

Yves Béhar nasceu na Suíça e desde pequeno se acostumou a desafiar a normalidade e a previsibilidade de fatos e situações “Eu sou um pouco contraditório”, diz ele, “E é difícil ser contraditório em um país que não muda.”.

Ele trabalhou em várias empresas de design o que lhe proporcionou uma vasta experiência com clientes do ramo de tecnologia. Ao longo do tempo ele percebeu, por exemplo, que os investidores queriam saber exatamente quanto teriam de retorno financeiro em seus projetos. Essa é uma mensuração quase impossível, quando o design é feito apenas com foco na decoração. Foi aí que Yves começou a investir no aspecto paralelo, que ninguém investia.

Hoje, Béhar é reconhecido principalmente pela facilidade em transformar a tecnologia em objetos meticulosamente trabalhados e é considerado um dos designers que mais se destaca no setor tecnológico, ao longo das duas últimas décadas.

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Esboços da pulseira Up, que dá dicas de como levar uma vida mais saudável

Sempre buscando uma direção diferente da habitual e privilegiando curvas e outros traçados, ele definiu um estilo de design peculiar, que remete, de maneira subliminar, à paisagem natural da Califórnia – tanto as suas colinas suaves quanto as suas costas perigosamente afiadas.

Sua reputação foi formada graças a projetos como o laptop da One Laptop per Child, o fone de ouvido sem fio da Jawbone e a pulseira Up fitness bandque é usada para medir o desempenho do corpo e dar dicas de como levar uma vida mais saudável.

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“É da natureza humana buscar uma vida sem molduras. As pessoas querem ir além das expectativas. E elas querem o mesmo espírito sem fronteiras nos objetos que usam”, comenta Yves Béhar, designer da nova linha de cadeira SAYL da Herman Miller.

Sua constante necessidade de se reinventar o fez fundar, em 1999, a Fuseproject – empresa de design em São Francisco. Foi depois disso que ele desenvolveu o design de uma cadeira de escritório elegante e onipresente para a Herman Miller: a SAYL Chair que se destaca não só por seu projeto inovador – o encosto da cadeira, por exemplo, foi inspirado nos princípios arquitetônicos de pontes suspensas – mas por sua grande característica sustentável que faz com que a cadeira seja 93% reciclável.

A última criação de Yves recebeu o nome de “August”. Trata-se de um sistema de segurança para o lar, que vai substituir parafusos e peças ‘mortas’ da fechadura e fará com que a porta se abra através de um simples comando do celular, por meio de um aplicativo específico. Isso vai mudar a forma com as pessoas lidam com a segurança de casa desde a invenção da fechadura tradicional, na antiga Mesopotâmia.

Atualmente, em suas obras, Béhar prioriza acima de tudo a adoção acelerada de novas ideias. Para Nicholas Negroponte, fundador do Media Lab do MIT e parceiro de Béhar no projeto One Laptop per Child, “As grandes ideias estão ocultas de nossa visão periférica e só podem ser alcançada por profissionais que sabem dar grandes saltos através de pensamentos audaciosos. Yves Béhar sabe exatamente como fazer isso”, diz.

Post adaptado do artigo “Surfing the Next Wave“, do site  http://www.vanityfair.com

 


Atec Cultural – Curso: História do Design com Ethel Leon

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ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO:
 Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
QUANDO: Terças-feiras, 19h30 às 21h30
INÍCIO: Março/2017
INSCRIÇÕES: nara.rayssa@atec.com.br
MENSALIDADE: R$350

Início em 7 de março de 2017.

O curso pretende dar uma visão geral do design europeu e norte-americano a partir do final do século XVIII até o fim do século XX/começo do século XXI, permitindo que se estabeleçam diálogos com a produção brasileira.

Serão selecionados momentos e temas significativos em diferentes módulos.

7 de março
Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser , os movimentos de reforma do gosto;

14 de março
William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace.

21 de março
O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade.

28 de março
Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade.

4 de abril
O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa.

11 de abril
Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas.

18 de abril
O lazer organizado. As novas exposições internacionais. Moda e luxo, o consumo conspícuo. Alta e baixa cultura, novas fronteiras.

25 de abril
A exacerbação dos nacionalismos. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua auto-expressão e a noção de ‘design total’.

2 de maio
Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas.

9 de maio
O construtivismo russo e a Vchutemas.

16 de maio
Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero.

6 de junho
O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre.

13 de junho
A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho.

20 de junho
O pensamento de J. Itten.O pensamento de Kandinsky e de P. Klee.

27 de junho
A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria.

1 de agosto
O pensamento de Josef Albers sobre as cores. A gráfica de Herbert Bayer. O período Hannes Meyer.

8 de agosto
A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica.

15 de agosto
Ford e o fordismo.O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano.

22 de agosto
O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo.

29 de agosto
A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. O design europeu absorvido pelas grandes corporações norte-americanas. Walter Paepcke e Herbert Bayer.

5 de setembro
O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson.

12 de setembro
A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O caso Tupperware e as questões de gênero.

19 de setembro
O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França.

26 de setembro
A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha.

3 de outubro
O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo.

10 de outubro
O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti.

17 de outubro
A gráfica suíça. O estúdio Push Pin.

24 de outubro
O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. A Helvetica e gráfica internacional.

31 de outubro
A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional.

7 de novembro
Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos. A defesa de consumidores. A visão multicategorial do design.

14 de novembro
Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile.

21 de novembro
Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system.

28 de novembro
Algumas questões do design contemporâneo. Desindustrialização de muitos países, a emergência da China. As críticas ambientalistas. A passagem de produtos a serviços.

 


Egg: original ou fake? Sete dicas para não se deixar enganar

Você abre sua caixa de e-mails e vê uma promoção surpreendente: nas fotos e na descrição da oferta várias imagens de poltronas EGG™  a preços inacreditáveis e jamais praticados no mercado.

Desconfie. Ou então o seu sonho de consumo pode se transformar em pesadelo.

O que faz a poltrona EGG™ ser única, incomparável e objeto de desejo não é só o seu design (que além de bonito proporciona conforto e privacidade) mas também a sua qualidade, história, originalidade  e garantia. Confira abaixo sete  detalhes que fazem toda a diferença na hora de comprar sua EGG™ :

 

1. Design elegante e original

A EGG™ Chair autêntica exala elegância. Seus contornos não possuem falhas e sua base de quatro pontas – nem mais nem menos – tornam seu design inconfundível.

2. Couro legítimo

A EGG™ Chair é feita de couro e suas laterais são formadas por apenas duas peças desse tecido. Se você notar que existem mais peças, emendas e pontos extras: desconfie. Essa não pode ser uma autêntica cadeira EGG™.

3. Costura

A EGG™ é uma cadeira artesanal de costura impecável. Observe suas curvas e seus detalhes laterais. Certifique-se de que não existam rugas nem dobras ao longo do seu tecido.

Com exceção da almofada, que acompanha a poltrona, seu couro é trabalhado de tal forma que fica impossível ‘beliscar’ a cadeira, pois o ajuste é perfeito. Nas laterais da EGG™ Chair, você também pode procurar pelo efeito ondulado, resultante da costura feita à mão. Essas características são exclusivas de uma autêntica poltrona EGG™.

 

O processo de criação de uma Egg é único e inconfundível

 

4. Alavanca e rotação

As cadeiras falsas geralmente não possuem uma alavanca na parte inferior, como a autêntica poltrona EGG™. Essa alavanca permite que você controle a inclinação da cadeira e ela só vai até onde você ‘mandar’.

Outra dica: observe se a poltrona pode girar suavemente por 360°. O giro de uma EGG™ Chair original é completo e suave. Se não for assim, é falsa.

5. Etiqueta e número de série

As cadeiras EGG™ possuem uma etiqueta que certifica sua originalidade. As poltronas fabricadas antes de 2010 possuem um tag vermelho. As atuais possuem um tag marrom. Observe essa etiqueta e o ano de fabricação contido em sua descrição.

Todas as poltronas EGG™ também possuem, em seus pés, um número de série exclusivo. É através desse número que você pode comprovar a originalidade da cadeira e se resguardar para o caso de perdas ou roubos. As EGG™ Lounges mais antigas (anteriores a 2006) não possuem as etiquetas, mas possuem o número de série.


6. Medidas

Claro, porque não? Ao comprar sua EGG™, pegue a fita métrica e tire as medidas!
Confira abaixo as dimensões de uma poltrona EGG™ verdadeira:

 

Altura total: 107 cm
Altura do assento: 37 centímetros
Largura: 86 cm
Profundidade – Pé Direito: 79 cm
Profundidade – Reclinada: 95 cm

7. Obra de arte

A cadeira EGG é também um ícone que virou obra de arte e está em uma exposição que viaja pelo mundo. São cinquenta exemplares da poltrona, com intervenções artísticas de Tal R. para homenagear os 50 anos de criação da poltrona. Veja mais sobre isso aqui.

 

Como falamos no começo deste texto, infelizmente ainda é muito comum vermos diversas empresas fazendo cópias de produtos que são ícones do design mobiliário. Elas tentam reproduzir “fielmente” as características da original, mas para isso utilizam materiais inferiores e desprezam os preceitos básicos do design, conforto e elegância que só uma EGG™ Lounge autêntica pode oferecer. E quanto à garantia, bem, você não tem garantia.

Podem até tentar, mas nada se compara ao original!

Agora que você já conhece as características de uma EGG™ Chair  autêntica, venha conferir uma de perto.

A Atec é revendedora certificada da Fritz Hansen, e possui consultores preparados para lhe apresentar essas e outras peças originais e exclusivas. Nossos showroons estão preparados para lhe receber.

 

 


Atec Cultural de Dezembro – Novos espaços para novas formas de trabalho com Luiz Gustavo Campos

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QUANDO: 05 de dezembro de 2016
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

Luiz Campos é um arquiteto brasileiro e ingressou no escritório internacional de arquitetura Gensler, em São Paulo, como líder do departamento de design.

Atualmente, é co-diretor do escritório. Seus inúmeros projetos já lhe renderam vários prêmios. Possui 20 anos de experiência com edifícios de escritórios, interiores corporativos e ‘workplace strategy’ e de varejo, combinada com sua pós-graduação em administração de negócios. Seu profundo conhecimento do mercado brasileiro lhe proporciona uma perspectiva única sobre a visão, missão e valores dos clientes. O arquiteto projeta tendo em mente as necessidades do cliente, desenvolvendo soluções estéticas personalizadas, funcionais e diretrizes da operação de cada projeto.

Sua palestra mostrará os resultados das últimas pesquisas realizadas pela Gensler sobre novas necessidades e novos comportamentos no mercado corporativo, enfatizando as soluções pioneiras em tecnologia e gestão.