Modulares USM no Musée d’Orsay, em Paris

Os armários modulares da USM complementam a elegante estética de um dos museus mais famosos do mundo, o Musée d’Orsay, situado na antiga estação de trem Orsay, na margem esquerda do Sena, em Paris, que foi aberto em 1986.

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O museu, com sua estrutura metálica, foi construído por Gustave Eiffel para exposição mundial. É um dos museus mais frequentados do mundo.

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Não muito longe das obras de Renoir, Van Gogh e Gauguin, os móveis da USM foram instalados em vários lugares, desde o começo do museu. São utilizados principalmente nos escritórios administrativos, formando uma segunda pele, perfeitamente adaptável às mudanças permanentes no espaço. “Aqui, tudo muda o tempo todo”, diz Catherine Bony, gerente de logística do museu. “Temos que mudar os móveis quase diariamente e, com esse sistema, leva apenas algumas horas”. O Musée d’Orsay tem um departamento técnico in-house, especializado em sistemas modulares USM .

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Seja para renovar ou para reorganizar, ou até mesmo para a criação de novos armazenamentos, o mobiliário da USM permanece na liderança. Durante 20 anos, Patrice Bugras manipula com maestria os milhares de componentes USM armazenados em sua oficina para criar novos espaços no mobiliário ou para ampliar espaços já existentes.

Para um espaço que precisa de adaptabilidade porque muda constantemente, como é o caso do Musée d’Orsay, a coleção USM se encaixa perfeitamente. E pode se encaixar no seu projeto também. Veja mais em http://atec.com.br/usm

Fonte: USM

 


Design escandinavo: a melhor opção em presentes para quem ama design

An2eBhYAuZqBgvP0IvQ406ROTCfqdtSmeTkmR576ml22No século XIX, durante a evolução da produção industrial, muitos países viam o artesanato sendo eliminado, pouco a pouco, dos costumes da sociedade. Mas em Copenhagen, artistas como Arne JacobsenKay Bojesen e Gunnar Floring aproveitavam essa evolução para aperfeiçoar as técnicas já conhecidas, dando origem a produtos que fazem sucesso até os dias atuais. 

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O design escandinavo, que tem presença marcante nos produtos Kay Bojesen, Normann Copenhagen, Architectmade e Fritz Hansen, chamam atenção não só pela excelência dos detalhes, mas pela leveza nos contornos e pela durabilidade. São lâminas, madeiras maciças e trabalhos que misturam minimalismo, tradição e personalidade de um jeito que jamais se viu em outros tipos de design. 

O design escandinavo surgiu para aliar excelência e funcionalidade, gerando projetos únicos, capazes de despertar as mais diversas sensações. 

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Você verá a seguir uma lista de sugestões de presentes que separamos, para que você leve um pouco do design escandinavo para a sua casa ou para a vida de quem você ama.  Confira: 

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Monkey: Design que decora e faz sorrir. Criado pelo dinamarquês Kay Bojesen, uma ótima opção de presente e de decoração para aquele lugarzinho especial no seu escritório ou na sua casa.

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Baby Elephant: Pequeno elefante de madeira desenhado para Lucie Kass por Gunnar Floring, em 1961, com a colaboração de Harry Vedoe – conhecido pelas suas diversas ilustrações em livros infantis para o famoso Benny Andersen. Juntos, os designers criaram um pequeno elefante com design atemporal, que faz despertar a criança que ainda vive dentro de nós.

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Rabbit: Também desenhado por Kay Bojesen, o Rabbit é um daqueles presentes que duram a vida inteira e passam de geração para geração. Ele “nasceu” em 1957 e desde então se tornou um amado ícone do design dinamarquês, capaz de se adaptar a diversos espaços da casa ou do escritório e perfeito para presente em diversas ocasiões, inclusive no Natal.

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OwlAs simpáticas corujas desenhadas por Paul Anker para a Architectmade foram projetadas em 1960. As novas versões possuem cabeça e corpo conectados a um ímã, o que lhe confere movimentos mais flexíveis e expressões marcantes para um design que combina com diversos espaços. 

Gostou das opções? Em nosso site temos muito mais esperando por você. Clique aqui e escolha aquelas que mais combinam com seu estilo, ou com o estilo da pessoa que você quer presentear.

 

 

 

 


Por que o CEO da Herman Miller não tem escritório?

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Pode parecer muito estranho. O CEO de uma das maiores empresas de mobiliário para escritório, não tem um escritório privado.

Isso mesmo. Assim como todos os outros empregados, ele tem uma mesa disposta em um escritório aberto, compartilhado com o restante da equipe.

Mas nem sempre você o verá sentado junto à sua mesa. “Ao invés de ter um espaço exclusivo, eu trabalho diariamente em um espaço que se adequa a tudo que eu preciso – desde pequenas reuniões de grupos até as grandes reuniões profissionais”, afirma Walker.

O escritório privado de Brian Walker desapareceu há alguns anos. Mesmo com as crescentes críticas que afirmam que o layout aberto de escritório pode ser uma distração e tornar o ambiente improdutivo, Walker acredita que o compartilhamento de espaços de trabalho traz mais produtividade do que um escritório particular.

Os espaços versáteis, como o Locale sit-to-stand desk utilizado por Walker, permitem que as diversas atividades do dia sejam realizadas com flexibilidade, ergonomia e conforto. O compartilhamento de ideias faz com que os trabalhos sejam produzidos com mais criatividade e riqueza. Das dez pessoas que trabalham na equipe executiva de ações da Herman Miller, apenas duas utilizam escritórios privados.

“Nós pensamos nesse formato como um apoio para o desenvolvimento do trabalho e da equipe. São espaços que variam as configurações para atender às demandas, de acordo com que se precisa fazer”, conta.

Quanto à privacidade, Walker diz que esse estilo de mobiliário não atrapalha e não incomoda. “Quando você trabalha com esse formato aberto, você ouve coisas que poderiam levar mais de um ano para chegar até seus ouvidos. O feedback vem mais rápido”, disse.

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“Se você está ouvindo, perguntando e sendo perguntado, você pode aprender muito mais em menos tempo. E é isso que eu amo no meu espaço de trabalho na Herman Miller”, conclui.

Conheça algumas soluções que a Herman Miller oferece clicando aqui.

fonte: www.mlive.com


Chegou na Atec: SAYL, da Herman Miller, em novas cores

A cadeira SAYL, da Herman Miller, que você já conhece, chegou na Atec em novas cores de assentos: Chacoal, Peacock, Twilight, MulberryGreen Apple. A cadeira giratória possui controle de tensão com trava e inclinação frontal e suspensão inteligente 3D. Seus braços e assentos possuem, simultaneamente altura e profundidade ajustáveis. E mais: as novas cadeiras vieram com exclusivo tecido RHYTHM, o mesmo utilizado na cadeira Embody.

 

 

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Quer mais? A Herman Miller oferece 12 anos de garantia nas cadeiras de trabalho. Design, ergonomia, sustentabilidade e durabilidade para você ter a certeza de que está fazendo um ótimo negócio.

Entre em contato com a nossa equipe e reserve a sua.


Seis décadas da Series 7 e muitas cores para comemorar

Se os móveis podem transformar os espaços, as cores transformam os móveis. E elas, as cores, mudam de acordo com o material utilizado nas superfícies, com a luz refletida e de acordo com o olhar que direcionam sobre elas.

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As cores também podem sofrer interferência de objetos ao redor: obras de arte, cerâmicas, almofadas, tapetes e mantas fazem total diferença na hora da visualização de uma cor. O tempo também faz com que as cores se transformem. Por esses e outros tantos motivos, a Republic of Fritz Hansen acredita que uma cor não é simplesmente uma cor, mas uma entidade complexa em constante mudança. E isso é bom, porque faz com que os móveis da empresa dinamarquesa sejam sempre únicos, exclusivos.

Para comemorar o 60° aniversário da Series 7 Chair, a Fritz Hansen convidou o pintor dinamarquês mundialmente famoso, Tal Rosenzweig. Em uma entrevista exclusiva para a revista REPUBLIC, ele trouxe alguns detalhes sobre as cores que escolheu para essa edição comemorativa. Acompanhe:

“Para mim, a cadeira Series 7 ™ tornou-se um ícone, e eu soube imediatamente que poderia colori-las lindamente” Tal R

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Conheça as 9 cores da nova série:

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Chevalier Orange

Um tom laranja oriental que, com sua aura aristocrática, confere um aspecto exclusivo. Vídeo:

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Evren Purple

Um tom que homenageia a artista Evren Tekinoktay, esposa de Tal R. A cor representa paixão e amor profundo. Vídeo:

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Hüzün Green

Inspirado em tons verdes usados na cultura islâmica. O mesmo verde pode ser visto nos ônibus que trafegam por Istambul. A palavra turca “Hüzün” significa “melancólico” e engloba não só a “esperança” característica da cor, mas também o sabor agridoce da nostalgia e da saudade. Vídeo:

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Altstadt Rose

Assinatura de Tal R, que sempre deixa um tom rosa em seus trabalhos. Para ele, o rosa exprime a vaidade e a beleza esmagadora de tudo. Vídeo:

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Ai Blue

“Ai” é uma palavra japonesa para índigo, um tom de azul profundo que está sempre próximo da cor preta. Vídeo:

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Chocolate Milk Brown

Um tom sedutor que traz um singelo fio branco. Como um abraço caloroso para os olhos. Vídeo:

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Egyptian Yellow

Uma cor rica, que remete ao antigo Egito. Com uma nota de chumbo, a cor ganha uma característica distinta, com nuances inigualáveis. Vídeo:

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Opium Red

Uma expressão de um vermelho que simboliza o Oriente e o místico, fazendo associações com Shangai na década de 30. Vídeo:

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Trieste Blue

O tom que recebeu o mesmo nome de um porto, no norte da Itália, mostra um azul indefinido usado por artistas impressionistas durante muitas décadas. A cor oscila entre o violeta e o azul e puxa constantemente para ambas as direções.Vídeo:

Monocromático também é legal

A utilização do monocromático é tendência não só nos móveis, mas nas passarelas, nos filmes e na decoração de interiores. Um conjunto monocromático de cadeiras Series 7, por exemplo, pode remeter ao classicismo que utilizava imagens monocromáticas para imitar relevos. Na França, a cor única é utilizada nas Toile de Jouy, estampa criada na França, na cidade de Jouy-en-Josas, perto de Versalhes, no século XVIII.

 

Veja mais: http://atec.com.br/produtos/series-7-chair