Móveis USM na Fundação Louis Vuitton

Se você é profissional ou amante do design e da arquitetura, provavelmente já apreciou o edifício da Fundação Louis Vuitton, em Paris.

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O local, projetado por Frank Gehry, exibe formas surpreendentes e já ocupa lugar especial na lista de edifícios mais modernos do país. Por dentro do prédio nota-se que os escritórios foram construídos com espaços abertos e amplos, com algumas estruturas inclinadas e boa iluminação.

Para acompanhar o estilo de cada ambiente, era necessário encontrar móveis ideais e opções adaptáveis, que oferecessem qualidade superior em sintonia com a sofisticação representada pela marca Louis Vuitton.

Por isso, e por todos os outros benefícios que os acompanham, os armários e mesas da USM foram escolhidos. Eles se destacam pela exuberância simples, sofisticada e contemporânea, mesmo após um século de existência.

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O mobiliário USM, idealizado por Fritz Haller, é perfeito para qualquer ambiente ou estilo. Além de duráveis, o design contemporâneo e versátil se adapta às necessidades da época ou lugar, através de suas configurações infinitas. São, também, funcionais e práticos com um misto beleza clássica, simplicidade, inovação e elegância. Peculiaridades que jamais poderão ser copiadas ou confundidas.

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Alguns armários USM na cor branco puro, trouxeram ainda mais elegância e coerência ao espaço, homogeneizando o ambiente e preservando a visão externa do prédio, através dos vidros.

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Já os espaços individuais de trabalho e as salas de reuniões receberam as cores dos armários e sobriedade das mesas USM Haller, integradas aos seus pedestais dourados.

A USM prova assim, mais uma vez, que a combinação perfeita para os móveis são as que misturam a essência do design: combinar beleza, funcionalidade e atemporalidade.

Se você também deseja obter um USM para sua casa ou escritório, entre em contato agora mesmo com a nossa equipe. Se preferir, visite um de nossos showroms, ou ligue para: (11) 3056-1800.

Fonte: Diario Design

 

 


O sucesso dos espaços de trabalho compartilhados

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A USM acredita que o trabalho em conjunto entre as pessoas potencializa suas criatividades e possibilita ótimos resultados, por meio da colaboração e da produção em equipe. E é exatamente por pensar assim que a USM disponibiliza, entre as muitas opções de mobiliário que possui, desktops compartilhados e mesas para sistemas de armazenamento e divisores de espaço moderno. O USM Haller Modular Móveis é ideal para ambientes de escritório de plano aberto.

Um bom exemplo de ambiente de trabalho colaborativo e dinâmico, potencializado pelo mobiliário USM Haller, é apresentado pela empresa francesa Weave. A organização atua na área de consultoria de negócios, elaborando estratégias e oferecendo um ponto de vista centrado no cliente, com soluções inovadoras.

Na empresa, o espaço propicia todas as condições favoráveis à criatividade: escritórios abertos para uma comunicação fácil; caixas de user-friendly para recolher novas ideias e espaço de laboratório para invenções. Mesas de escritórios modernos complementam o ambiente, oferecendo soluções elegantes para integrar a tecnologia no local de trabalho, e assim permitindo a organização e flexibilidade. Resumindo, a imaginação é livre.

Além de suas linhas limpas, o mobiliário USM foi escolhido pela empresa francesa devido à questão da sustentabilidade utilizada em seus produtos. Em cinco anos, a Weave dobrou o número de empregados da organização, que trabalham distribuídos no mesmo andar. São vários departamentos da empresa integrados e compartilhando ideias, que fluem por meio dos móveis modernos da USM.

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Fonte: USM


5 curiosidades sobre o casal Charles e Ray Eames

Que o casal mais famoso do mundo do design, Charles e Ray Eames, é um ícone do segmento, isso todo mundo já sabe. Com ousadia e talento, eles foram responsáveis pela elaboração de mobílias únicas e arrojadas, dando formas a móveis peculiares e inconfundíveis. O trabalho do casal também foi marcante no mundo da arquitetura, design gráfico, exposições, filmes e brinquedos. O que muita gente não sabe é como era realizado o processo criativo do trabalho de Charles e Ray Eames e as descobertas que eram feitas durante os procedimentos.

Daniel Ostroff – produtor de cinema, historiador de design e estudioso do famoso casal – examinou durante anos arquivos de Charles e Ray e revelou um olhar abrangente e pessoal no trabalho do casal. Ostroff relatou algumas descobertas interessantes e as transformamos em uma lista de curiosidades que valorizam ainda mais a história desse incrível casal. Confira.

A Máquina Solar que não faz nada

No ano de 1957, a Corporação de Alumínio da América (ALCOA) solicitou que designers criassem projetos que mostrassem novas formas de utilização para seu produto. Charles e Ray Eames, então, criaram a Máquina Solar que não faz nada. O que poderia ser algo parecido com algum tipo de divertimento ou brinquedo, na verdade foi um dos primeiros exemplos de utilização da energia solar. Segundo Ostroff, eles queriam mostrar as virtudes da energia do sol em um momento em que ninguém estava pensando sobre isso.

Modelo de casa pré-fabricada

O Escritório Eames desenvolveu a baixo custo, em 1951, casas pré-fabricadas para a Kwikset Lock Company of Anaheim, Califórnia. O casal criou um projeto completo para uma casa kit que seria vendida com peças já incluídas. Contudo, a empresa Kwikset foi vendida e a nova organização não levou o projeto adiante.

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O design de uma de suas cadeiras mais famosas foi inspirado em uma chave de pneus

No início de 1950, os Eames foram convidados para participar de um programa de televisão chamado “Descoberta”, em São Francisco. Indagados sobre a inspiração por trás da famosa cadeira DCM (que acabara de ser nomeada como o design do século pela revista Time), os Eames apresentaram um filme que detalhava o conceito e a construção da cadeira, explicando que ela foi inspirada no ponto soldado de uma chave de pneus. Em seus estudos, Daniel Ostroff encontrou outros registros que explicavam o fascínio de Charles pelas ferramentas como objetos de design.

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Eles projetaram unidades de armazenamento para as “exigências extraordinárias do dormitório”

Antes de trabalharem com a Herman Miller, os Eames criaram para a Sears, em 1954, protótipos em pequena escala de armários portáteis de baixo custo para escolas e escritórios. O anúncio mostrado acima, escrito em casa, demonstra as habilidades de redação do escritório Eames.

Eles tinham uma grande filosofia para a contratação de jovens designers

No ano de 1957, um jovem designer foi recomendado para o escritório Eames, mas por algum motivo não foi contratado. Charles então escreveu sobre a sua experiência e expôs a sua filosofia para a contratação de jovens designers. Segundo ele, “nós gostamos de ter os jovens, mas não pagamos muito a eles. Por não pagar muito, oferecemos a melhor oportunidade possível de aprendizagem; e não nos importamos que eles cometam erros”.

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Fonte: Curbed


Reino Unido proíbe revenda e confecção de réplicas

O Reino Unido aprovou recentemente uma série de leis de direitos autorais que proíbe réplicas dos ícones de mobiliário do século 20 mais copiados do mercado. Entre os móveis, claro, estão peças de Arne Jacobsen e Charles e Ray Eames.

Desde 28 julho deste ano, as empresas estão proibidas de fazer ou importar cópias desses móveis. Além disso, após seis meses da publicação da lei, a venda de itens copiados estará proibida. A fama de “cavalo de troia para importação” fez com que o Reino Unido tomasse medidas mais rigorosas sobre direitos autorais.

Se antes, copiar grandes ícones do design mudando apenas alguns detalhes – e claro, oferecendo um produto de baixíssima qualidade – era um negócio lucrativo, agora as empresas que adoram copiar trabalhos originais têm os dias contados; pelo menos no Reino Unido. Confira dois dos móveis mais copiados por lá:

Eames Molded Plastic Chair

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Criada pelo casal Eames, sua base remete às linhas da Torre Eiffel. Uma das peças mais copiadas de mobiliário.

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Um projeto de Arne Jacobsen, originalmente criado para o Hotel Radisson SAS em Copenhague, na Dinamarca. Posteriormente, a poltrona passou a ser fabricada pela Fritz Hansen e até hoje é uma das mais cobiçadas, tanto pela beleza e pelo conforto, quanto pela sua história.

Clique aqui e aprenda a diferenciar uma Eames Lounge and Ottoman de uma réplica.


Como saber se uma Eames Lounge é original ou réplica?

No entanto, para que essa compra não se torne um pesadelo, é necessário observar alguns detalhes.

Comprar uma poltrona Eames pode ser a realização de um sonho de consumo. A cadeira, criada pelo casal Charles e Ray Eames é, mais que um móvel, uma obra de arte e que carrega em si uma parte da história do design do século XX. É também muito confortável, perfeitamente bem-acabada e linda. Ajuda a compor qualquer espaço trazendo aconchego, classe e conforto.

No entanto, para que essa compra não se torne um pesadelo, é necessário observar alguns detalhes. Devido ao sucesso e à grande cobiça por esse produto, algumas cadeiras Eames vem sendo falsificadas. Com isso, não só o consumidor perde, mas o design também. Saiba como identificar uma Eames Lounge Chair original:

 

Confira a etiqueta afixada na cadeira

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Uma poltrona Eames original precisa ter uma etiqueta. Ao longo dos anos, essas etiquetas evoluíram, portanto você pode inclusive identificar a época de fabricação da cadeira através da observação desses detalhes:

Black Label – uma etiqueta preta e retangular, com cantos arredondados e com “Herman Miller” em letras minúsculas. Aplicada nas cadeiras entre 1970 e 1990.

Silver Label – Afixada após 1990. É uma etiqueta prata, com “Herman Miller” em preto e letras maiúsculas.

Disco de Metal – possui o logotipo da Herman Miller no centro, acompanhado com a frase: “Desenhado por Charles Eames- Herman Miller Zeland, Michigan”. Nas cores branca e dourada.

Etiqueta de papel – as mais autênticas Eames Lounge Chair são assinadas com uma etiqueta de papel, mesmo que o material seja fácil de ser retirado. Todas as patentes podem conter esse tipo de etiqueta.

Etiqueta inferior – Observe na parte de baixo da cadeira, onde há conexão entre a concha e o suporte. Deve haver uma etiqueta ali.

Etiqueta sob a almofada – Não encontrou uma etiqueta na parte inferior da cadeira? Retire a almofada. Se ela for original, a etiqueta deve estar lá.

 

Repare na base da cadeira
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Uma poltrona Eames autêntica possui cinco pernas na base. E o pufe (ottoman) tem quatro pernas. As pernas da base possuem um ligeiro ângulo de curvatura, feitas em alumínio. Ao final de cada perna há uma finalização redonda, não quadrada.

As pernas das cadeiras Eames originais podem ser encontradas em três tipos de acabamento: polido, cromado e preto (com acabamento polido na parte superior).

Os pés da cadeira são feitos de borracha e possuem marcações com os dizeres: “Domes of Silence”.

As cadeiras Eames originais não reclinam e ficam permanentemente em um ângulo de 15º. Se você está testando uma cadeira que reclina, saiba que ela é uma cópia. Além disso, as autênticas permitem um giro de 360º.

 

Observe as conchas

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Não existem parafusos expostos, exceto no apoio de braço, na cor preta. As cadeiras vintage possuem três, e os novos dois. Os demais parafusos estão perfeitamente armazenados no interior da cadeira. A Eames Lounge Chair é formada por três conchas: uma na parte de baixo, uma na parte de trás e outra em cima, próxima à cabeça. Dois suportes de alumínio ligam as conchas do meio e superior. Cada suporte possui três parafusos, dois para a parte do meio e um para a parte superior.

 

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Réplica X Eames Lounge Original

 

angulo de 15º

Réplica X Eames Lounge Original

 

Analise a madeira

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As Eames mais antigas são feitas com cinco camadas de madeira laminada. As mais novas possuem sete. As linhas da madeira, abaixo do verniz, vão sempre na mesma direção, pois são cortadas apenas uma vez. As madeiras utilizadas para a confecção da Eames são: cerejeira, nogueira, Santos Palisader e pau rosa. Antigamente, o Jacarandá também era uma opção de madeira para construção das Eames. Ele foi substituído por questões de sustentabilidade.

As bordas das madeiras devem ser sempre suaves e redondas.

 

Verifique as almofadas

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As almofadas são do mesmo tamanho e podem ser trocadas. Nas cadeiras vintage há 15 centímetros de penas, e nas cadeiras mais recentes 15 centímetros de espuma de uretano. São raras as ocasiões em que você encontrará uma Eames coberta por tecido. A maioria delas é confeccionada em couro legítimo, com dois botões, também de couro, no meio das almofadas.

 

Confira as dimensões

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A parte superior do encosto possui, em média, 82cm. Na borda frontal o assento deve ter, em média, 38cm. A cadeira possui largura e comprimento similares, 83cm.

 

Encontre os principais sinais de uma farsa

Antes de fechar negócio, desconfie se houver qualquer característica abaixo:

  • Proporções erradas
  • Cadeira reclina
  • Pernas planas e quadradas que não deslizam ou se ajustam
  • Encosto mais alto
  • Parafusos visíveis
  • Preço abaixo da média

 

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Réplica X Eames Lounge Original

 

Assista ao vídeo abaixo e veja como é o processo de produção de uma Eames Lounge Original (em inglês):

Agora que você já conhece as características principais de uma Eames Lounge Chair original, que tal fazer uma visita em um de nossos showrooms para testá-la ao vivo? Esperamos você!

Fontes: myeamesloungechairandottoman , BrandMade.TV e manhattan-nest