Curso: História do Design com Ethel Leon

A Atec Cultural tem novidade! A partir do dia 07 de março, o nosso showroom em São Paulo sediará o curso “História do Design” oferecido pela professora e historiadora do design Ethel Leon. Serão 33 semanas de muito aprendizado e trocas enriquecedoras. Traçando um verdadeiro panorama, as aulas irão abordar desde as origens do conceito de design, passando por Art Noveau, Bauhaus, o fordismo, o papel das mulheres dentro do mercado, o design desenvolvido a partir da periferia mundial, até as questões contemporâneas. O curso é destinado a designers, arquitetos, decoradores, estudantes de áreas afins, curiosos e interessados no assunto.

Ethel Leon é mestre e doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. É autora de Design Brasileiro Quem Fez, Quem Faz (Senac RJ, 2005); do texto do livro João Baptista da Costa Aguiar Desenho Gráfico (Senac SP, 2006); de Memórias do Design Brasileiro (Senac SP, 2009); e co-autora, com Marcello Montore, do capítulo brasileiro da História do Design na América Latina (Blücher, 2009). Organizou várias exposições de design brasileiro, entre as quais, “Singular & Plural, quase 50 anos de design brasileiro” e “Ornamentos do Corpo e do Espaço”, realizadas no Instituto Tomie Ohtake; e, com Kiko Farkas e Felipe Taborda, da mostra brasileira apresentada no Designmai, Berlim, 2006. É curadora da Atec Cultural.

Informações úteis:
Valor da mensalidade R$350,00
Valor da aula avulsa: R$100,00
Inscrições e informações com Nara Rayssa – nara.rayssa@atec.com.br
As aulas serão ministradas no showroom da Atec Original Design.
Às Terças-feiras, das 19:30 às 21:30. De 07 de março a 28 de novembro.
Av. Brg. Faria Lima, 1800, 10º. andar – Pinheiros, São Paulo – SP, 01451-001
Telefone: (11) 3056-1800

Abaixo, uma breve chamada com os temas que serão abordados em cada aula:

Aula 1.
Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser, os movimentos de reforma do gosto;

Aula 2.
William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace;

Aula 3.
O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade;

Aula 4.
Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade;

Aula 5.
O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa;

Aula 6.
Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas;

Aula 7.
O lazer organizado. As novas exposições internacionais. Moda e luxo, o consumo conspícuo. Alta e baixa cultura, novas fronteiras;

Aula 8.
A exacerbação dos nacionalismos. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua auto-expressão e a noção de ‘design total’;

Aula 9.
Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas;

Aula 10.
O construtivismo russo e a Vchutemas;

Aula 11.
Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero;

Aula 12.
O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre;

Aula 13.
A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho;

Aula 14.
O pensamento de J. Itten.O pensamento de Kandinsky e de P. Klee;

Aula 15.
A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria;

Aula 16.
O pensamento de Josef Albers sobre as cores. A gráfica de Herbert Bayer. O período Hannes Meyer;

Aula 17.
A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica;

Aula 18.
Ford e o fordismo.O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano;

Aula 19.
O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo;

Aula 20.
A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. O design europeu absorvido pelas grandes corporações norte-americanas. Walter Paepcke e Herbert Bayer;

Aula 21.
O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson;

Aula 22.
A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O caso Tupperware e as questões de gênero;

Aula 23.
O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França;

Aula 24.
A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha;

Aula 25.
O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo;

Aula 26.
O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti;

Aula 27.
A gráfica suíça. O estúdio Push Pin;

Aula 28.
O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. A Helvetica e gráfica internacional;

Aula 29.
A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional;

Aula 30.
Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos. A defesa de consumidores. A visão multicategorial do design;

Aula 31.
Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile;

Aula 32.
Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system;

Aula 33.
Algumas questões do design contemporâneo. Desindustrialização de muitos países, a emergência da China. As críticas ambientalistas. A passagem de produtos a serviços.

Aos indecisos de plantão: você pode agendar uma aula para experimentar o curso sem custo. Aulas avulsas serão cobradas.


Atec Cultural de Fevereiro – Arquitetura e ciclos de vida com Rodrigo Loeb

QUANDO: 15 de fevereiro de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

A primeira palestra da Atec Cultural 2017 será realizada por Rodrigo Mindlin Loeb e tem como tema a arquitetura e os ciclos de vida.

Da arquitetura hoje se cobram múltiplas responsabilidades, entre elas a que reduz impacto ambiental em todas as fases – do projeto à construção e ao uso. É importante pensar também nos impactos sociais e culturais de cada edificação. Mas, além disso, e necessário antecipar no projeto o momento de desmontagem ou de desmobilização de uma obra construída. Como ela será feita? De que maneira afetará menos o ambiente? É possível pensar em logística reversa, tentando separar componentes construtivos para uma futura desmontagem?

O tema será exemplificado por projetos de autoria do escritório Mindlin Loeb +Dotto, do qual Rodrigo Loeb é um dos titulares.

Rodrigo Loeb formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP). Fez seu mestrado em Energia e Meio Ambiente pela Architectural Association School of Architecture em Londres, Inglaterra. Tem escritório próprio – Mindlin Loeb +Dotto desde 2002, em sociedade com o arquiteto Caio Atílio Dotto. Desenvolve atividade acadêmica como Professor de Projeto de Arquitetura e na Especialização em Arquitetura e Meio Ambiente desde 2001, tendo lecionado na Faculdade Belas Artes de São Paulo, no Instituto Presbiteriano Mackenzie e na Escola da Cidade.


Atec Cultural – Curso: História do Design com Ethel Leon

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ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO:
 Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
QUANDO: Terças-feiras, 19h30 às 21h30
INÍCIO: Março/2017
INSCRIÇÕES: nara.rayssa@atec.com.br
MENSALIDADE: R$350

Início em 7 de março de 2017.

O curso pretende dar uma visão geral do design europeu e norte-americano a partir do final do século XVIII até o fim do século XX/começo do século XXI, permitindo que se estabeleçam diálogos com a produção brasileira.

Serão selecionados momentos e temas significativos em diferentes módulos.

7 de março
Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser , os movimentos de reforma do gosto;

14 de março
William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace.

21 de março
O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade.

28 de março
Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade.

4 de abril
O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa.

11 de abril
Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas.

18 de abril
O lazer organizado. As novas exposições internacionais. Moda e luxo, o consumo conspícuo. Alta e baixa cultura, novas fronteiras.

25 de abril
A exacerbação dos nacionalismos. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua auto-expressão e a noção de ‘design total’.

2 de maio
Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas.

9 de maio
O construtivismo russo e a Vchutemas.

16 de maio
Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero.

6 de junho
O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre.

13 de junho
A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho.

20 de junho
O pensamento de J. Itten.O pensamento de Kandinsky e de P. Klee.

27 de junho
A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria.

1 de agosto
O pensamento de Josef Albers sobre as cores. A gráfica de Herbert Bayer. O período Hannes Meyer.

8 de agosto
A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica.

15 de agosto
Ford e o fordismo.O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano.

22 de agosto
O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo.

29 de agosto
A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. O design europeu absorvido pelas grandes corporações norte-americanas. Walter Paepcke e Herbert Bayer.

5 de setembro
O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson.

12 de setembro
A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O caso Tupperware e as questões de gênero.

19 de setembro
O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França.

26 de setembro
A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha.

3 de outubro
O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo.

10 de outubro
O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti.

17 de outubro
A gráfica suíça. O estúdio Push Pin.

24 de outubro
O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. A Helvetica e gráfica internacional.

31 de outubro
A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional.

7 de novembro
Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos. A defesa de consumidores. A visão multicategorial do design.

14 de novembro
Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile.

21 de novembro
Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system.

28 de novembro
Algumas questões do design contemporâneo. Desindustrialização de muitos países, a emergência da China. As críticas ambientalistas. A passagem de produtos a serviços.

 


Atec Cultural de Dezembro – Novos espaços para novas formas de trabalho com Luiz Gustavo Campos

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QUANDO: 05 de dezembro de 2016
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

Luiz Campos é um arquiteto brasileiro e ingressou no escritório internacional de arquitetura Gensler, em São Paulo, como líder do departamento de design.

Atualmente, é co-diretor do escritório. Seus inúmeros projetos já lhe renderam vários prêmios. Possui 20 anos de experiência com edifícios de escritórios, interiores corporativos e ‘workplace strategy’ e de varejo, combinada com sua pós-graduação em administração de negócios. Seu profundo conhecimento do mercado brasileiro lhe proporciona uma perspectiva única sobre a visão, missão e valores dos clientes. O arquiteto projeta tendo em mente as necessidades do cliente, desenvolvendo soluções estéticas personalizadas, funcionais e diretrizes da operação de cada projeto.

Sua palestra mostrará os resultados das últimas pesquisas realizadas pela Gensler sobre novas necessidades e novos comportamentos no mercado corporativo, enfatizando as soluções pioneiras em tecnologia e gestão.


Atec Cultural de Novembro – Conforto na Arquitetura e no Design com Edo Rocha

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QUANDO: 07 de novembro de 2016
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

O arquiteto Edo Rocha acaba de lançar o livro “Conforto na Arquitetura e no Design”.

O tema central da publicação é um olhar sobre a relação humana com os espaços do urbanismo, da arquitetura, da arquitetura de interiores e do design. Algo que parece simples e que na verdade tem grande complexidade e subjetividade, em função das condições e percepções de conforto e desconforto em que vivemos.

Nos projetos de seu escritório, sempre estão integradas a estética e a tecnologia, para que o resultado consiga dar conforto e bem-estar físico e visual ao ser humano.

O livro explica como o conforto é subjetivo e depende de cada pessoa, cultura, biótipo, sexo etc. Fala também que a nossa percepção de conforto muda com o passar do tempo, ou seja, o que era confortável quando jovem, pode não ser mais na idade adulta.

O conforto deve atender a uma somatória das percepções dos cinco sentidos: tato, olfato, visão, audição e paladar, somados a outro sentido, a “percepção do espaço”. É essa somatória, excluindo o paladar, que verdadeiramente interfere na compreensão do conforto na arquitetura.

A tarefa do arquiteto e do designer é transformar o sonho em realidade, projetar e construir lugares onde as pessoas se sintam confortáveis.

Os conteúdos básicos da obra são o tema da palestra a ser proferida por Edo Rocha na próxima Atec Cultural, que será realizada em 7 de novembro, segunda-feira, às 19h30.