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Iluminação: conforto para os olhos, detalhes que completam e surpreendem

A arquitetura está diretamente relacionada com design, conforto e qualidade de vida, e isso inclui o conforto para os olhos. Por isso, a iluminação entra como um dos pontos fundamentais para deixar qualquer projeto arquitetônico completo, atrativo e funcional.

Mais do que um luxo, vamos mostrar nesta sessão os benefícios fisiológicos, psicológicos, ergonômicos e ambientais que um bom projeto luminotécnico traz para o ambiente de trabalho. Em qualquer escritório, a iluminação e a acústica são fatores que influenciam diretamente a produtividade, o conforto, e a saúde dos colaboradores.Confira!

Por que a iluminação em um projeto arquitetônico é tão importante?

 

O conforto visual deve ser uma das prioridades de qualquer projeto de qualidade, mas não é só isso. Cada espaço precisa de uma iluminação peculiar, que ajude não só a definir, mas a fazer com que o papel daquele ambiente seja compreendido e cumprido, intuitivamente.

Uma escolha errada na iluminação do seu projeto pode impedir que ele corresponda às expectativas e perca a funcionalidade planejada. Por isso, a escolha das luminárias é tão fundamental.

De que forma as luminárias contribuem para o sucesso de um projeto?

 

Ambientes de trabalho mal iluminados ou que não tiveram um projeto luminotécnico adequado podem gerar fadiga visual nos músculos da visão com sintomas como, olhos vermelhos, lacrimejo, contraturas, dor e ardor nos olhos, náuseas e cefaleia. Como consequência da fadiga visual prolongada pode ocorrer redução da acuidade visual a confusão visual transitória. A diminuição da produtividade de um colaborador nesses casos é óbvia.

Além disso, as luminárias servem não apenas para preservar a saúde visual das pessoas que frequentam o ambiente e aumentar a produtividade. Elas também são importantes para evidenciar as características dos espaços, delimitar áreas e definir ambientes e suas funcionalidades. Servem como integradoras de espaços.

A intensidade, movimento e posição da luz podem ajudar a compor o espaço, torná-lo mais ou menos atrativo, contribuir para a produtividade no trabalho, entre outras questões. Por isso, a harmonia entre estética e ergonomia deve ser prioridade.

A escolha da luminária, portanto, deve levar em conta não só a sua funcionalidade, mas também sua combinação com o ambiente e sua conexão com o espaço que será constituído por outros elementos.

O que considerar no planejamento luminotécnico?

 

Primeiramente, é importante se inteirar da legislação existente, que estabelece requisitos mínimos de iluminação para locais internos, considerando as tarefas desenvolvidas para projetação de espaços seguros, confortáveis e eficientes nos quais o trabalho será desenvolvido. Essa norma é a ABNT (NBR5413) e é facilmente encontrada na internet.

Atualmente ela considera a iluminância, o limite referente ao desconforto por ofuscamento e o índice de reprodução de cor mínimo da fonte para os vários locais possíveis de trabalho, sempre considerando a tarefa executada.

Sempre que possível a luz natural deve ser usada como complemento da luz artificial, por dois motivos: o primeiro mais evidente é a economia de energia; o segundo, menos óbvio, é que o corpo humano funciona melhor quando exposto à luz solar.

A luz solar ajuda na a produção de melatonina, hormônio que proporciona melhor qualidade do sono e também aumenta a produção de endorfina no cérebro, substância antidepressiva natural, que promove a sensação de bem-estar e aumenta os níveis de alegria. Contudo, a luz solar precisa ser indireta, pois a exposição prolongada a irradiação solar causa desconforto térmico.

A reflexão de objetos metálicos podem causar ofuscamento, portanto, a implantação de claraboias, lanternim, janelas e telhas translúcidas devem ser precedidas de estudos técnicos.

Os projetos luminotécnicos devem equilibrar o dimensionamento correto do sistema de proteção do circuito e o tipo de atividade desenvolvida no ambiente a ser iluminado.

O estudo de implantação de sistemas luminosos deve considerar a densidade luminosa (não pode haver muita diferença) ao mesmo tempo que se deve evitar a monotonia por falta de contrastes luminosos. Grandes diferenças de claridade dentro do campo visual implicam em constantes processos de adaptação o que diminui consideravelmente o rendimento visual.

Algumas dicas para se ter ergonomia visual:

*janela com proteção contra a luz solar direta;

*equilíbrio entre brilho e contraste do monitor

*monitor entre 10 e 20graus do nível dos olhos e a uma distância entre 60 e 70 cm entre seu corpo e o monitor;

*descansar a visão em intervalos de 1 hora;

*piscar voluntariamente;

*além da iluminação geral, algumas atividades exigem uma iluminação mais pontual na mesa de trabalho;

*iluminação com cores diferentes torna o ambiente de trabalho menos monótono, causando sensação de bem-estar;

o computador e equipamentos eletrônicos com tela (tablets e celulares) nunca devem receber luz natural diretamente na tela. O ofuscamento prejudica a concentração e a saúde;

cores claras nas paredes melhoram a iluminação e as pessoas tendem a se sentirem mais dispostas e confortáveis.

 

Onde encontrar luminárias ideais?

 

Nós, da Atec, valorizamos cada uma das luminárias que revendemos em nossos showrooms. Oferecemos apenas aquelas que agregam qualidade, design e originalidade para os ambientes e, por isso, dispomos de uma variedade criteriosamente escolhida para atender cada detalhe dos projetos de nossos clientes.

As luminárias Lightyears são bons exemplos de como a luminosidade pode surpreender. Fabricadas em terras dinamarquesas, elas seguem a tradição dos países escandinavos, que prezam pelo aconchego e conforto ocular sem dispor do design em cada detalhe. Suas formas, curvas e linhas orgânicas impressionam pela beleza e funcionalidade.

Enquanto algumas das luminárias que revendemos possuem luminosidade direcionada e suave para criar um jogo de luz surpreendente e inspirador, complementando o cenário, outras possuem intensidades e direcionamentos adaptáveis, capazes de atender à necessidade ergonômica do usuário de acordo com o trabalho executado naquele momento.

As luminárias da Herman Miller, por exemplo, focam na multifuncionalidade e na ergonomia, para proporcionar conforto e segurança durante a execução dos mais diversos tipos de trabalho no escritório.

Vale ressaltar, ainda, que todas elas possuem materiais e acabamentos de bom gosto e sofisticação inigualáveis.

Confira, em nosso site, os modelos disponíveis e entre em contato com a nossa equipe para conhecer as possibilidades e opções disponíveis para o seu projeto.


Soluções acústicas para tempos modernos

 

Soundwave Flo

Quando o assunto é ruído no ambiente de trabalho, a maioria dos artigos aborda a perspectiva industrial, das empresas que operam grandes maquinários.

Contudo, nos últimos anos, as configurações dos escritórios e dos espaços corporativos têm mudado bastante. Muitas organizações têm optado por espaços abertos, diminuindo as barreiras entre departamentos e fomentando a conectividade entre os funcionários.

Soundwave® Pix

Com essa alteração, inevitavelmente aqueles sons indesejados e irritantes, que atrapalham a concentração e consequentemente a produtividade, têm sido cada vez mais presentes nas empresas, o que coloca um novo problema para os gestores.

Se por um lado as novas configurações de espaços aumentam a conectividade entre os funcionários, potencializando o trabalho em equipe, o brainstorm e a criação conjunta, por outro a amplitude dos ambientes abertos faz com que o som se propague (por não encontrar barreiras que o absorvam) muito mais que o desejado.

Soundwave Wicker

Os prejuízos trazidos por esses barulhos vão muito além da perda de audição – caso mais extremo. Eles podem provocar dores de cabeça (cefaleias), sensação de ouvido cheio, fadiga, tontura, alteração da pressão arterial, stress e problemas endocrinológicos, psicológicos e neurológicos. Sim! Você pode engordar pelo ouvido: o stress gerado pelo barulho provoca um aumento de secreção de hormônios da suprarrenal, que leva a uma maior produção de gordura.

Soundwave Wall

O desconforto gerado pelos ruídos – e seus possíveis danos – tem consequência direta na performance dos colaboradores.

Funcionários estressados e desconcentrados não conseguem desempenhar todo seu potencial, por isso as empresas devem garantir a saúde auditiva da sua equipe a fim de evitar maiores danos.

Como resolver essa questão?

É preciso escolher entre um espaço aberto, que acompanha as tendências das novas formas de trabalho, ou um ambiente fechado, tendo em vista o bloqueio da propagação do som? De modo algum! A Atec foi em busca das melhores soluções acústicas do mercado, para que as organizações consigam juntar o útil ao agradável. Oferecemos os melhores produtos para que a sua empresa minimize a reflexão das ondas sonoras, a fim de garantir ambientes abertos, conectados e confortáveis para todos.

Soundwave Swell

 


Conheça o escritório que “desaparece” ao final do expediente

Já imaginou se o seu escritório de trabalho fosse um local que, em determinados momentos do dia e até da noite, se transformasse em um estúdio de ioga, uma pista de dança e várias outras possibilidades? Pois é, esse lugar já existe e fica localizado em Amsterdã, na Holanda.

Durante o dia, o estúdio de design Heldergroen funciona como um escritório de trabalho habitual, com mesas, cadeiras, computadores e todos os objetos típicos desse espaço. A surpresa está na forma como esses móveis estão dispostos e no incentivo que os proprietários dão aos seus funcionários, para que tenham um equilíbrio entre vida e trabalho. Às 18 horas, alguém vira a chave e todas as mesas, cadeiras, computadores e documentos “desaparecem” do ambiente, transformando-o em algo totalmente novo.

Tudo isso acontece porque as mesas compartilhadas são presas no teto com cabos de aço e levantadas ao final do expediente. Quando chega à noite e até mesmo aos finais de semana, a versatilidade do espaço o transforma em uma pista de dança, uma sala de ioga, um refeitório e muitas outras possibilidades.

Para completar, o escritório foi projetado para ser sustentável e, por isso, utiliza móveis feitos a partir de objetos reutilizados e sustentáveis, como as cadeiras Aluminum Group. A inovadora ideia surgiu com o intuito de proporcionar um local de trabalho que trouxesse vários benefícios aos funcionários, com momentos de relaxamento, descontração e lazer.

Confira abaixo o vídeo que mostra como a transformação é feita no estúdio de design Heldergroen (a partir de 1’e 28″):


USM: a história da pequena esfera de metal e seu primeiro século de vida

A marca suíça USM (Ulrich Schärer Münsingen) nasceu em 1885 em uma serralheria que fabricava esquadrias e peças em metal. Em 1961, Paul Schaerer, neto do fundador, contratou o arquiteto suíço Fritz Haller para projetar um edifício onde ficariam o escritório e a fábrica da empresa. A arquitetura modular do projeto do prédio inspirou Haller e Schaerer na criação de um mobiliário flexível: o Sistema USM Haller, criado em 1963.

 

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Apesar de ser projetado para uso próprio da USM, o sistema agradou os decoradores do banco Rothschilld, que fizeram uma encomenda para mobiliar a nova sede do banco, em Paris. Foi o primeiro de muitos clientes. Em pouco tempo, a USM se tornou popular e a demanda pelo sistema modular cresceu. Em 1965, o produto foi patenteado e iniciou-se a produção em massa dos mobiliários USM.

Posteriormente o mobiliário USM que era apenas de uso comercial passou a integrar perfeitamente ambientes residenciais, seguindo sempre a máxima bauhausiana “a forma segue a função”.

Hoje, mais que um clássico do design presente nos principais escritórios e coleções de museus ao redor do mundo – complexo multifuncional Vienna Twin Towers, de Massimiliano Fuksas; torre de escritórios da Swiss Re, de Foster & Partners; museu de Frank O. Gehry para Louis Vuitton Foundation em Paris, MoMA, no Cooper-Hewitt National Design Museum em Nova York; arranha-céu de 310 metros Shard London Bridge, de Renzo Piano etc. – a USM é uma opção contemporânea, altamente funcional e de uma beleza simples, mas surpreendente.

 

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A bola mágica, o coração do sistema

O segredo do sistema USM Haller está em uma bola metálica brilhante que une os tubos cromados de forma única e estável. Mais que uma peça funcional, a esfera com 6 furos em rosca deve ser considerada um símbolo: amplia as possibilidades de uso do sistema modular em todas as direções, o que significa móveis que podem ser combinados e ampliados de forma ilimitada.

Os acessórios e componentes USM são constantemente aperfeiçoados de acordo com a mais alta tecnologia, mas seguem sempre o princípio básico de manter sua aparência intacta. Dessa forma, cada nova parte do sistema pode ser integrada a estruturas já existentes. Mesmo que um móvel  tenha sido feito no início dos anos 1960, pode ser ampliado de forma simples ainda hoje. Para assegurar que isso aconteça, o sistema USM segue o compromisso de manter a compatibilidade das novas peças com as versões anteriores.

Make it yours

Em 2015 o sistema modular USM Haller celebrou o seu 50º aniversário e este ano a empresa lançou um configurador on-line chamado “Make it yours”. Nele, é possível projetar suas próprias estantes e armários USM de forma simples e rápida.

Na plataforma online, designers de ambientes e decoradores conseguem integrar esses móveis configurados aos seus projetos, já que os desenhos podem ser baixados em diversas extensões de arquivos compatíveis com o CAD: .DWG, .DWG2D, .SKP; .FBX e .3DS. Os materiais de acabamento também estão disponíveis por lá.

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Um bom exemplo a ser citado é a casa de um médico em Morioka (Japão), apresentada nas fotos desses post. Ele optou por não ter móveis fixos em sua residência. A solução proposta pelos arquitetos no projeto foi o uso do sistema modular USM, que proporciona uma decoração atemporal e com infinitas possibilidades de reconfiguração.

Tudo isso com a ajuda dessa bolinha mágica.

 


Esquina da Arquitetura – 3ª edição

Foto: ©Fabiana Mercadante

Débora Ferreira, Chris Batt, Silvia Serber e João Figueira | Foto: © Fábia Mercadante

A terceira edição do Equina da Arquitetura, realizada no dia 14 de julho, foi, novamente, um sucesso. O evento promovido pela Herman Miller em parceria com a revista PROJETO, conta com o apoio da Atec Original Design e reúne grandes nomes da arquitetura e design para um saudável debate sobre o exercício da profissão em sua essência, ou seja, totalmente integrada  à vida civil e à sociedade.

Realizado no showroom da Herman Miller do Brasil, em São Paulo, o encontro trouxe o tema “Metrópoles” e  foi também uma homenagem ao Metro Arquitetos, destaque na seção Perfil, da Revista PROJETO edição 432.

Degustação e arte

O chef Beto Pierro que, mais uma vez, surpreendeu os convidados com se delicioso tempero, trazendo à mesa o sabor típico da gastronomia paulistana.

Foto: © Fábia Mercadante

Em outro momento, pincéis, rolos e até as mãos foram utilizados para a construção de uma obra de arte colaborativa, onde o público presente pôde expressar criatividade, emoção e o que mais lhes sobra: talento.

Foto: © Fábia Mercadante

Foto: © Fábia Mercadante