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Curso História do Design 2018

Curso História do Design 2018

Ethel Leon

ATEC Cultural

Terças-feiras, das 19h30 às 21h30

Início: 20 de fevereiro de 2018

 

O curso pretende dar uma visão geral do design europeu e norte-americano a partir do final do século XVIII até o fim do século XX/começo do século XXI, permitindo que se estabeleçam diálogos com a produção brasileira.

Serão selecionados momentos e temas significativos em diferentes módulos.

Módulo 1 – Pequena introdução metodológica. As grandes transformações no século XIX. As origens reconhecidas do design industrial como área autônoma.

20 e 27 de fevereiro; 6 e 13 de março.

 

  1. Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser, os movimentos de reforma do gosto.
  2. William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace. 14 de março.
  3. O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade. 21 de março.
  4. Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade. 28 de março.

 

Módulo 2 – Art Nouveau e seus desdobramentos. Arte e indústria no começo do século XX. 20 e 27 de março; 3 e 10 de abril.

 

  1. O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa.
  2. Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas.
  3. Os debates local/internacional. Indústria X produção artesanal: Mackintosh, /Secessão Vienense. A exacerbação dos nacionalismos.
  4. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua autoexpressão e a noção de ‘design total’.

 

Módulo 3 – A I Guerra Mundial e as vanguardas que absorveram o design gráfico e de produtos. 17 e 24 de abril; 8 e 15 de maio.

  1. Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas.
  2. O construtivismo russo.
  3. Vchutemas, a escola soviética.
  4. Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero.

 

Módulo 4 – A Bauhaus e os filtros das vanguardas. 22 de maio; 19 e 26 de junho; 3 de julho.

 

  1. O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre.
  2. A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho. J. Itten, Kandinsky e P. Klee.
  3. A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria.
  4. O período Hannes Meyer. O pensamento de Josef Albers sobre as cores.

 

Módulo 5 – A implantação da sociedade de consumo de massas: EUA e Alemanha. 10,17, 24 e 31 de julho.

  1. A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica.
  2. Ford e o fordismo. O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana.
  3. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano.
  4. O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo. A filósofa Natália Leon fala de W. Benjamin e H. Arendt.

 

 

 

 

 

Módulo 6 – A II Guerra Mundial e o design nos EUA e na Europa. 7, 14, 21 e 28 de agosto.

 

  1. O styling norte-americano e a sociedade de consumo. Paralelos com a Alemanha nazista.
  2. O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. Walter Paepcke e Herbert Bayer.
  3. A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil.
  4. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O Alumínio. O caso Tupperware e as questões de gênero.

 

Módulo 7 – O pós-guerra e as grandes mudanças do design. 4,11,18 e 25 de setembro.

 

  1. O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. As exposições de modos de vidas norte-americanas e soviéticas.
  2. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França.
  3. O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo.
  4. O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti.

 

Módulo 8 – Internacionalismo social, corporativo e das ‘minorias’. 2, 9, 16 e 23 de outubro.

 

  1. A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha.
  2. O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson.
  3. A gráfica suíça. A Helvetica e gráfica internacional. O estúdio Push Pin com a participação do designer professor Marcello Montore.
  4. O designer como produtor de imagens. O caso Alcoa. A revista Playboy como difusora da domesticidade masculina.

 

 

 

Módulo 9 – Críticas e alternativas. 6, 13, 27 de novembro e 4 de dezembro.

 

  1. A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional. Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system.
  2. Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos.
  3. Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile. 14 de novembro.
  4. Aula final: debate: Algumas questões do design contemporâneo com relação ao consumo. A passagem de produtos a serviços. A agenda da periferia.

 

 

 

Duração de cada aula: 2 horas, com intervalo de 10 minutos.

Valor do curso completo: R$3.150,00 (10 parcelas de R$315,00).

Inscrições e informações com Bárbara C. Garcia, e-mail: barbaracardosogarcia@hotmail.com

As aulas são ministradas no showroom da ATEC Original Design.

Av. Brg. Faria Lima, 1800, 10º. andar – Pinheiros, São Paulo – SP, 01451-001

Telefone(11) 3056-1800

O (A) aluno(a) que quiser tomar contato com o curso pode assistir a uma aula gratuitamente, desde que agendada.

Depois disso, aulas avulsas precisam ser previamente agendadas, R$ 100,00 por aula.

30 vagas.

Haverá interrupção das aulas entre 27/5 e 13/06.

 

 

 

 

 

 

Regras do curso:

 

1) A primeira mensalidade corresponde também a uma matrícula no curso inteiro.
2) Se o (a) aluno (a) quiser desistir, basta interromper o pagamento. Se quiser retornar, volta a fazer os pagamentos ou paga aulas avulsas, mas não podemos garantir vagas. É importante que o(a) aluno(a) avise da desistência para podermos matricular pessoas que ficaram de fora.

 

3) A interrupção do pagamento implica perda da vaga.
4) Aulas avulsas têm de ser agendadas com no mínimo uma semana de antecedência (não ultrapassamos o limite das 30 pessoas). Essas aulas têm o valor unitário de 100 reais.
5) Ou seja, o(a) aluno(a) pode parar de pagar, se achar que não vai frequentar. Pode voltar a qualquer momento, DESDE QUE HAJA VAGAS, pagando mensalidades novamente ou aulas avulsas.

 

6) Podem ser feitos módulos separados do curso, desde que haja vagas. Quem quiser frequentar 1,5 módulo paga um módulo e aulas avulsas.

 

7) O vencimento da mensalidade é todo dia 15. Favor enviar o comprovante de pagamento para o e-mail: <barbaracardosogarcia@hotmail.com>

 

8) Pedimos a gentileza de identificarem o depósito com “curso ATEC”.


Atec Cultural de Novembro – Arquitetura de exposições com Pedro Mendes da Rocha

Atec Cultural de Novembro - Arquitetura de exposições com Helena Ayoub e Paulo Sophia

QUANDO: 08 de novembro de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

A próxima palestra da Atec Cultural será realizada pelo arquiteto Pedro Mendes da Rocha. O tema abordado será o da arquitetura expositiva.

O design de exposições vem ganhando grande importância mundial com a proliferação de centros culturais e museus e também com os estudos acadêmicos realizados sobre a linguagem das mostras, os discursos não verbais das exposições e as estratégias de informar e divertir, ao mesmo tempo, os diferentes públicos.

Com projetos em diversas áreas da arquitetura — residencial, corporativa, museal, educacional e outras —, Pedro Mendes da Rocha discutirá nessa palestra as possibilidades e os desafios dos projetos expositivos e suas implicações, a partir de exemplos bastante diversos de sua própria prática profissional.

Formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo/FAUUSP, em 1986, Pedro Mendes da Rocha desenvolveu muitos projetos de expografia para mostras permanentes, tais como: Casa Mario de Andrade (São Paulo/SP) e Museu de Sant’Anna (Tiradentes/MG); e temporárias: videoinstalação “videozoo”; módulo “Barroco”/Mostra Brasil 500 anos; “Oswald de Andrade: O culpado de tudo”; “Brasil: da antropofagia a Brasília”, no IVAM/Valência, Espanha e MAB/FAAP, São Paulo/SP); 5ª e 6ª edições da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo; “Les Musiques Noires dans le monde”, no 3° Festival Mundial das Artes Negras/FESMAN (Dakar/Senegal); “Oscar Niemeyer: Clássicos e Inéditos”, Itaú Cultural e Paço Imperial (prêmio If Award /2015: Interior Architecture).

 


Iluminação: conforto para os olhos, detalhes que completam e surpreendem

A arquitetura está diretamente relacionada com design, conforto e qualidade de vida, e isso inclui o conforto para os olhos. Por isso, a iluminação entra como um dos pontos fundamentais para deixar qualquer projeto arquitetônico completo, atrativo e funcional.

Mais do que um luxo, vamos mostrar nesta sessão os benefícios fisiológicos, psicológicos, ergonômicos e ambientais que um bom projeto luminotécnico traz para o ambiente de trabalho. Em qualquer escritório, a iluminação e a acústica são fatores que influenciam diretamente a produtividade, o conforto, e a saúde dos colaboradores.Confira!

Por que a iluminação em um projeto arquitetônico é tão importante?

 

O conforto visual deve ser uma das prioridades de qualquer projeto de qualidade, mas não é só isso. Cada espaço precisa de uma iluminação peculiar, que ajude não só a definir, mas a fazer com que o papel daquele ambiente seja compreendido e cumprido, intuitivamente.

Uma escolha errada na iluminação do seu projeto pode impedir que ele corresponda às expectativas e perca a funcionalidade planejada. Por isso, a escolha das luminárias é tão fundamental.

De que forma as luminárias contribuem para o sucesso de um projeto?

 

Ambientes de trabalho mal iluminados ou que não tiveram um projeto luminotécnico adequado podem gerar fadiga visual nos músculos da visão com sintomas como, olhos vermelhos, lacrimejo, contraturas, dor e ardor nos olhos, náuseas e cefaleia. Como consequência da fadiga visual prolongada pode ocorrer redução da acuidade visual a confusão visual transitória. A diminuição da produtividade de um colaborador nesses casos é óbvia.

Além disso, as luminárias servem não apenas para preservar a saúde visual das pessoas que frequentam o ambiente e aumentar a produtividade. Elas também são importantes para evidenciar as características dos espaços, delimitar áreas e definir ambientes e suas funcionalidades. Servem como integradoras de espaços.

A intensidade, movimento e posição da luz podem ajudar a compor o espaço, torná-lo mais ou menos atrativo, contribuir para a produtividade no trabalho, entre outras questões. Por isso, a harmonia entre estética e ergonomia deve ser prioridade.

A escolha da luminária, portanto, deve levar em conta não só a sua funcionalidade, mas também sua combinação com o ambiente e sua conexão com o espaço que será constituído por outros elementos.

O que considerar no planejamento luminotécnico?

 

Primeiramente, é importante se inteirar da legislação existente, que estabelece requisitos mínimos de iluminação para locais internos, considerando as tarefas desenvolvidas para projetação de espaços seguros, confortáveis e eficientes nos quais o trabalho será desenvolvido. Essa norma é a ABNT (NBR5413) e é facilmente encontrada na internet.

Atualmente ela considera a iluminância, o limite referente ao desconforto por ofuscamento e o índice de reprodução de cor mínimo da fonte para os vários locais possíveis de trabalho, sempre considerando a tarefa executada.

Sempre que possível a luz natural deve ser usada como complemento da luz artificial, por dois motivos: o primeiro mais evidente é a economia de energia; o segundo, menos óbvio, é que o corpo humano funciona melhor quando exposto à luz solar.

A luz solar ajuda na a produção de melatonina, hormônio que proporciona melhor qualidade do sono e também aumenta a produção de endorfina no cérebro, substância antidepressiva natural, que promove a sensação de bem-estar e aumenta os níveis de alegria. Contudo, a luz solar precisa ser indireta, pois a exposição prolongada a irradiação solar causa desconforto térmico.

A reflexão de objetos metálicos podem causar ofuscamento, portanto, a implantação de claraboias, lanternim, janelas e telhas translúcidas devem ser precedidas de estudos técnicos.

Os projetos luminotécnicos devem equilibrar o dimensionamento correto do sistema de proteção do circuito e o tipo de atividade desenvolvida no ambiente a ser iluminado.

O estudo de implantação de sistemas luminosos deve considerar a densidade luminosa (não pode haver muita diferença) ao mesmo tempo que se deve evitar a monotonia por falta de contrastes luminosos. Grandes diferenças de claridade dentro do campo visual implicam em constantes processos de adaptação o que diminui consideravelmente o rendimento visual.

Algumas dicas para se ter ergonomia visual:

*janela com proteção contra a luz solar direta;

*equilíbrio entre brilho e contraste do monitor

*monitor entre 10 e 20graus do nível dos olhos e a uma distância entre 60 e 70 cm entre seu corpo e o monitor;

*descansar a visão em intervalos de 1 hora;

*piscar voluntariamente;

*além da iluminação geral, algumas atividades exigem uma iluminação mais pontual na mesa de trabalho;

*iluminação com cores diferentes torna o ambiente de trabalho menos monótono, causando sensação de bem-estar;

o computador e equipamentos eletrônicos com tela (tablets e celulares) nunca devem receber luz natural diretamente na tela. O ofuscamento prejudica a concentração e a saúde;

cores claras nas paredes melhoram a iluminação e as pessoas tendem a se sentirem mais dispostas e confortáveis.

 

Onde encontrar luminárias ideais?

 

Nós, da Atec, valorizamos cada uma das luminárias que revendemos em nossos showrooms. Oferecemos apenas aquelas que agregam qualidade, design e originalidade para os ambientes e, por isso, dispomos de uma variedade criteriosamente escolhida para atender cada detalhe dos projetos de nossos clientes.

As luminárias Lightyears são bons exemplos de como a luminosidade pode surpreender. Fabricadas em terras dinamarquesas, elas seguem a tradição dos países escandinavos, que prezam pelo aconchego e conforto ocular sem dispor do design em cada detalhe. Suas formas, curvas e linhas orgânicas impressionam pela beleza e funcionalidade.

Enquanto algumas das luminárias que revendemos possuem luminosidade direcionada e suave para criar um jogo de luz surpreendente e inspirador, complementando o cenário, outras possuem intensidades e direcionamentos adaptáveis, capazes de atender à necessidade ergonômica do usuário de acordo com o trabalho executado naquele momento.

As luminárias da Herman Miller, por exemplo, focam na multifuncionalidade e na ergonomia, para proporcionar conforto e segurança durante a execução dos mais diversos tipos de trabalho no escritório.

Vale ressaltar, ainda, que todas elas possuem materiais e acabamentos de bom gosto e sofisticação inigualáveis.

Confira, em nosso site, os modelos disponíveis e entre em contato com a nossa equipe para conhecer as possibilidades e opções disponíveis para o seu projeto.


Soluções acústicas para tempos modernos

 

Soundwave Flo

Quando o assunto é ruído no ambiente de trabalho, a maioria dos artigos aborda a perspectiva industrial, das empresas que operam grandes maquinários.

Contudo, nos últimos anos, as configurações dos escritórios e dos espaços corporativos têm mudado bastante. Muitas organizações têm optado por espaços abertos, diminuindo as barreiras entre departamentos e fomentando a conectividade entre os funcionários.

Soundwave® Pix

Com essa alteração, inevitavelmente aqueles sons indesejados e irritantes, que atrapalham a concentração e consequentemente a produtividade, têm sido cada vez mais presentes nas empresas, o que coloca um novo problema para os gestores.

Se por um lado as novas configurações de espaços aumentam a conectividade entre os funcionários, potencializando o trabalho em equipe, o brainstorm e a criação conjunta, por outro a amplitude dos ambientes abertos faz com que o som se propague (por não encontrar barreiras que o absorvam) muito mais que o desejado.

Soundwave Wicker

Os prejuízos trazidos por esses barulhos vão muito além da perda de audição – caso mais extremo. Eles podem provocar dores de cabeça (cefaleias), sensação de ouvido cheio, fadiga, tontura, alteração da pressão arterial, stress e problemas endocrinológicos, psicológicos e neurológicos. Sim! Você pode engordar pelo ouvido: o stress gerado pelo barulho provoca um aumento de secreção de hormônios da suprarrenal, que leva a uma maior produção de gordura.

Soundwave Wall

O desconforto gerado pelos ruídos – e seus possíveis danos – tem consequência direta na performance dos colaboradores.

Funcionários estressados e desconcentrados não conseguem desempenhar todo seu potencial, por isso as empresas devem garantir a saúde auditiva da sua equipe a fim de evitar maiores danos.

Como resolver essa questão?

É preciso escolher entre um espaço aberto, que acompanha as tendências das novas formas de trabalho, ou um ambiente fechado, tendo em vista o bloqueio da propagação do som? De modo algum! A Atec foi em busca das melhores soluções acústicas do mercado, para que as organizações consigam juntar o útil ao agradável. Oferecemos os melhores produtos para que a sua empresa minimize a reflexão das ondas sonoras, a fim de garantir ambientes abertos, conectados e confortáveis para todos.

Soundwave Swell

 


Atec Cultural de Setembro – Arquitetura da educação com Helena Ayoub e Paulo Sophia

QUANDO: 28 de setembro de 2017
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

Como todas as atividades, a educação vem passando por grandes transformações devido às novas tecnologias e ao entendimento do que se espera, atualmente, do educando.

A arquitetura é o terreno em que essas mudanças se materializam, dando forma aos novos modos de aprendizado.

Mas também é uma área, muitas vezes, refratária a inovações.

A Atec Cultural de setembro vai inovar em seu formato, convidando para um debate dois arquitetos com larga experiência em projetos escolares: Helena Ayoub e Paulo Sophia. Em 28 de setembro, os dois profissionais vão debater o tema, apresentando alguns de seus projetos e expondo-os aos comentários do (a) colega.

HELENA AYOUB Silva possui graduação (1979), mestrado (1998) e doutorado (2005) em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.É sócia gerente e responsável técnico – Helena Ayoub Silva & Arquitetos Associados EPP, com experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: arquitetura, urbanismo, edifícios públicos e particulares, edifícios educacionais, restauro e preservação de patrimônio histórico.

É professora doutora no Departamento de Projetos – Grupo de Disciplinas Projeto do Edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo desde 1989.

É autora dos livros: Restauro da Faculdade de Medicina: estudos, projetos e resultados (2013) com Julio Roberto Katinsky e Sabrina Studart Fontenele Costa e Abrahão Sanovicz – arquiteto (2017).


O arquiteto PAULO SOPHIA, graduado no ano de 1986 na FAU/USP FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, é profissional da área de projetos arquitetônicos e urbanísticos, fiscalização, gerenciamento e consultoria de obras. Em 1988 estabeleceu seu próprio escritório, PAULO SOPHIA ARQUITETO & ASSOCIADOS, com equipe de importantes profissionais, arquitetos e engenheiros e vem desenvolvendo inúmeros projetos de diferentes complexidades, especialmente Edifícios Educacionais construídos em vários estados brasileiros.Atuou ativamente no Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo, assumiu por duas gestões a vice-presidência do IAB/SP nos biênios 2000/2001 e 2002/2003 e no biênio 2004/2005 assumiu a Presidência do Departamento São Paulo do IAB. Dentre os muitos projetos com obras executadas relevantes destaca-se a premiada Escola Móbile que desde 1990 vem sendo projetada, construída, ampliada, reformada e constantemente repensada, sempre sob sua direção técnica. Hoje esta escola já assume um patamar de complexo educacional com 20.000m² e a ocupação de quase a integralidade de uma quadra urbana em Moema.