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Nova sede da Apple tem mesas para que funcionários possam trabalhar em pé

A Apple adotou mesas reguláveis para que todos funcionários possam trabalhar em pé. A mudança foi feita na nova sede da empresa, onde trabalham 12 mil funcionários, e revelada pelo CEO Tim Cook em entrevista à Bloomberg. Diversas empresas têm adotado mesas de altura regulável para que seus funcionários possam trabalhar em pé, estimulando-os a não passar o dia todo sentados.

 

 

“Demos a todos os nossos funcionários mesas reguláveis para que eles possam trabalhar em pé. Se você puder ter a opção de ficar em pé por um tempo, depois sentar-se, depois levantar-se, é muito melhor para o seu estilo de vida”, disse Cook.

O executivo mostrou, na entrevista, preocupação pelos possíveis riscos das pessoas ficarem longos períodos sentadas. Ele citou que essa postura é descrita atualmente pelos médicos como “o novo câncer”, pela série de problemas que pode acarretar (diabete, doenças cardiovasculares, obesidade, entre outras).

Por outro lado, os benefícios de trabalhar em pé, porém, não estão ainda bem delimitados pela ciência. De forma geral, os estudos que analisaram como essa postura influencia a saúde (em detrimento de ficar o dia todo sentado) não são conclusivos, segundo artigo publicado no blog de saúde de Harvard.  O artigo lembra que estudos já demonstraram que trabalhar de pé não garante uma redução no peso nas pessoas consideravelmente maior do que a perda de calorias que elas já têm simplesmente estando sentadas.

Apple Park
As mesas não são a única “mordomia” que os funcionários da Apple possuem na nova sede. Inaugurada em 2017, o escritório idealizado por Steve Jobs lembra o formato de uma nave espacial. Chamado de Apple Park, foi construído em forma de anel em torno de um grande pátio com pista de corrida, minifloresta e colinas artificiais. O espaço – que equivale a 100 campos de futebol – também abriga 9 mil árvores, hospital, academia e serviço de ônibus. O custo dessa megalomania toda? US$ 5 bilhões.

Fonte da matéria: Época negócios

Mesas Sit-to-stand
A Atec conta uma seleção de mesas com regulagem de altura que dá apoio a diferentes posturas saudáveis para quem deseja trabalhar sentado ou em pé. USM Kitos, da fabricante suíça USM Modular Furniture e RenewEnvelop, da Herman Miller, são alguns dos exemplos que oferecem soluções ergonômicas para quaisquer ambientes de trabalho. Entre em contato com nossa equipe e conheça as inúmeras possibilidades dos produtos e suas aplicações nos mais diversos ambientes.

 


Atec Cultural de Junho – Cadeiras com assento em balanço com Franco Nardini

QUANDO: 28 de junho de 2018
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

As cadeiras com assento em balanço (as famosas cantilever chairs) foram o grande desafio dos arquitetos e designers modernos ao longo dos últimos cem anos.

Retirar peso, empregar novos materiais, e realizar proezas técnicas estão entre as principais características desses projetos que vão de Mart Stam, Marcel Breuer, Mies van der Rohe a Alvar Aalto, Verner Panton, Tom Dixon e muitos outros que ganharam projeção mundial.

O arquiteto e designer Franco Luiz Nardini vai abordar muitos desses projetos, fundamentais na história do design de móveis na próxima palestra da Atec Cultural no dia 28 de junho, às 19.30hs.

Franco Luiz Nardini é arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP em 1993, trabalha atualmente com projeto e construção.
Dedica-se também a artes plásticas e a design de mobiliário, tendo recebido o primeiro lugar em projeto de móveis no Museu da Casa Brasileira com sua cadeira Baltel.
Vem-se dedicando à pesquisa das cadeiras modernas, do século XIX até hoje.


Atec Cultural de Maio – Leitura de objetos com Marta Moreira

QUANDO: 07 de maio de 2018
ONDE: Atec Cultural, no showroom da Atec Original Design
ENDEREÇO: Av. Brig. Faria Lima, 1.800 – 10º andar
CAPACIDADE: 60 lugares
INSCRIÇÕES: pelo telefone 11 3056-1800
PREÇO: a entrada é gratuita

A Atec Cultural de 2018 vai focar na leitura de objetos e de espaços internos. Assim como a arquitetura é lida por críticos, historiadores e profissionais, os objetos da vida cotidiana, entre eles os móveis, também podem ser interpretados e reconhecidos na esfera sociocultural. Da mesma forma os espaços interiores, cuja organização e visualidade refletem concepções da vida familiar ou corporativa.

Vários profissionais e estudiosos farão palestras sobre diversos desses temas ao longo de 2018.

A primeira palestra do ano está a cargo da arquiteta Marta Moreira, do escritório MMBB, que também é professora da Escola da Cidade. O escritório desenvolveu, com o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, os sistemas de móveis que equipam o Sesc 24 de maio e vai apresentá-los, mostrando sua adequação ao projeto arquitetônico. Os móveis, resistentes, fáceis de manter e limpar, foram projetados para diversos usos, respondendo ao complexo programa do Sesc 24 de maio.

MMBB é um premiado escritório de arquitetura, que tem projetos em diversas áreas (residencial, corporativa e institucional) e assinou muitos trabalhos com o renomado arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Prêmio Pritziker 2006). Entre eles, as novas instalações do Museu dos Coches, em Lisboa, Portugal; a sede do Poupa Tempo, em Itaquera, zona leste de São Paulo; o Sesc da rua 24 de maio e o terminal de ônibus do Parque Dom Pedro, no centro de São Paulo, entre vários outros.
A obra dos arquitetos do MMBB vem sendo publicada em muitas revistas especializadas no Brasil e no exterior.


Casa Vogue Brasil na Atec

 

Mais do que um estilo, um movimento. O design escandinavo, que atingiu o ápice na década de 1950, embalado por grandes arquitetos e designers como Arne Jacobsen, Hans Wegner e Poul Kjaerholm, se transformou em sinônimo de bom  gosto no mundo todo e até hoje é uma das principais referências da área.

Para saber mais sobre o movimento que colocou no mundo cadeiras como a Ant e a PK22, entre outros ícones, Taissa Buescu, diretora da Casa Vogue visitou a Atec Original Design com o arquiteto dinamarquês Adam Kurdhal.
Confira a matéria original aqui.


Curso História do Design 2018

Curso História do Design 2018

Ethel Leon

ATEC Cultural

Terças-feiras, das 19h30 às 21h30

Início: 20 de fevereiro de 2018

 

O curso pretende dar uma visão geral do design europeu e norte-americano a partir do final do século XVIII até o fim do século XX/começo do século XXI, permitindo que se estabeleçam diálogos com a produção brasileira.

Serão selecionados momentos e temas significativos em diferentes módulos.

Módulo 1 – Pequena introdução metodológica. As grandes transformações no século XIX. As origens reconhecidas do design industrial como área autônoma.

20 e 27 de fevereiro; 6 e 13 de março.

 

  1. Os problemas da história do design. As diferentes origens de acordo com diferentes autores. Três proposições na Europa: Wedgwood e Thonet; Henry Cole e Christopher Dresser, os movimentos de reforma do gosto.
  2. William Morris e Arts and Crafts e a critica à divisão do trabalho. O Crystal Palace. 14 de março.
  3. O reinado da mercadoria. Transformações urbanas no século XIX: Londres, Paris e Viena. As noções de conforto e domesticidade. 21 de março.
  4. Novos protagonistas da cena urbana. O novo lugar das mulheres. As grandes exposições internacionais e a construção da noção de efemeridade. 28 de março.

 

Módulo 2 – Art Nouveau e seus desdobramentos. Arte e indústria no começo do século XX. 20 e 27 de março; 3 e 10 de abril.

 

  1. O Art Nouveau como diluição das especificidades técnico-artísticas. A obra de arte total. Obras públicas. As questões locais/internacionais nas capitais secundárias da Europa.
  2. Os cartazes e seu lugar na construção da modernidade. Chéret, Bonnard, Toulouse-Lautrec, os irmãos Beggarstaff, Mucha. As mulheres como mercadoria e como protagonistas do mercado de artes gráficas.
  3. Os debates local/internacional. Indústria X produção artesanal: Mackintosh, /Secessão Vienense. A exacerbação dos nacionalismos.
  4. A Deutscher Werkbund e seus debates. Peter Behrens, a indústria AEG e sua autoexpressão e a noção de ‘design total’.

 

Módulo 3 – A I Guerra Mundial e as vanguardas que absorveram o design gráfico e de produtos. 17 e 24 de abril; 8 e 15 de maio.

  1. Os avanços técnicos da I Guerra Mundial. A crença na positividade técnica. O design como atividade central dos futuristas.
  2. O construtivismo russo.
  3. Vchutemas, a escola soviética.
  4. Le Corbusier. O pensamento anti-artes decorativas. O mobiliário de Charlotte Perriand. Eileen Gray – questões de gênero.

 

Módulo 4 – A Bauhaus e os filtros das vanguardas. 22 de maio; 19 e 26 de junho; 3 de julho.

 

  1. O Art Déco. A exposição de 1925. A gráfica de Cassandre.
  2. A fundação da Bauhaus. Bauhaus Weimar; a vaga expressionista e a crítica à divisão do trabalho. J. Itten, Kandinsky e P. Klee.
  3. A Bauhaus de Dessau, o mobiliário tubular, relações com o neoplasticismo. Lazlo Moholy-Nagy. O artista como condutor da indústria.
  4. O período Hannes Meyer. O pensamento de Josef Albers sobre as cores.

 

Módulo 5 – A implantação da sociedade de consumo de massas: EUA e Alemanha. 10,17, 24 e 31 de julho.

  1. A cozinha: transformações desde o século XIX. As noções ‘científicas’ de organização doméstica. A cozinha de Frankfurt. As máquinas da vida doméstica.
  2. Ford e o fordismo. O surgimento do styling na indústria automobilística norte-americana.
  3. A sociedade de consumo. O debate surdo entre o design europeu e norte-americano.
  4. O design no nazismo. A estetização da vida cotidiana. A suástica. Nazismo e sociedade de consumo. A filósofa Natália Leon fala de W. Benjamin e H. Arendt.

 

 

 

 

 

Módulo 6 – A II Guerra Mundial e o design nos EUA e na Europa. 7, 14, 21 e 28 de agosto.

 

  1. O styling norte-americano e a sociedade de consumo. Paralelos com a Alemanha nazista.
  2. O MoMa. A defesa da ‘estética industrial’. Os concursos Organic furniture e Low-cost furniture. A Bauhaus na América. A fundação da New Bauhaus e do Institute of Design de Chicago. Walter Paepcke e Herbert Bayer.
  3. A II Guerra Mundial e o design. A tecnologia no centro de decisões governamentais estratégicas. Os móveis do Utility Scheme. Os novos materiais. A militarização da vida civil.
  4. A conversão dos materiais e produtos da guerra para a vida quotidiana. Os plásticos na nova era. O Alumínio. O caso Tupperware e as questões de gênero.

 

Módulo 7 – O pós-guerra e as grandes mudanças do design. 4,11,18 e 25 de setembro.

 

  1. O Plano Marshall e a Guerra Fria. O design no centro do debate político no mundo bipolar. O American Way of Life e sua exportação. As exposições de modos de vidas norte-americanas e soviéticas.
  2. Uma nova rodada de styling. As respostas europeias: o design de móveis na reconstrução na França.
  3. O design nórdico. A construção do consumidor consciente. Arne Jacobsen, Finn Juhl, Bruno Matthson. O papel do Estado na definição do consumo.
  4. O design italiano pós-guerra. As relações de práticas artesanais e pequenas indústrias. Mercado de massas e luxo. Bruno Munari, irmãos Castiglioni, V. Magistretti. A Vespa, a Fiat e a Olivetti.

 

Módulo 8 – Internacionalismo social, corporativo e das ‘minorias’. 2, 9, 16 e 23 de outubro.

 

  1. A Hochschule für Gestaltung, escola de Ulm na Alemanha.
  2. O design moderno e culto norte-americano dos anos de ouro. H. Miller, Knoll e a consolidação empresarial do International Style. A ergonomia e os espaços de trabalho. Novos expoentes no design norte-americano: Saarinen, Eames e George Nelson.
  3. A gráfica suíça. A Helvetica e gráfica internacional. O estúdio Push Pin com a participação do designer professor Marcello Montore.
  4. O designer como produtor de imagens. O caso Alcoa. A revista Playboy como difusora da domesticidade masculina.

 

 

 

Módulo 9 – Críticas e alternativas. 6, 13, 27 de novembro e 4 de dezembro.

 

  1. A contestação do design moderno. Os grupos radicais italianos e sua crítica ao modernismo internacional. Do fordismo para a acumulação flexível. A apropriação dos elementos contraculturais do design pelas empresas. Os casos Alessi e Swatch. O star system.
  2. Victor Papanek e o pensamento ambientalista no design de produtos.
  3. Assimetrias tecnológicas e o debate na periferia: o pensamento de Gui Bonsiepe e o projeto Cybersin no Chile. 14 de novembro.
  4. Aula final: debate: Algumas questões do design contemporâneo com relação ao consumo. A passagem de produtos a serviços. A agenda da periferia.

 

 

 

Duração de cada aula: 2 horas, com intervalo de 10 minutos.

Valor do curso completo: R$3.150,00 (10 parcelas de R$315,00).

Inscrições e informações com Bárbara C. Garcia, e-mail: barbaracardosogarcia@hotmail.com

As aulas são ministradas no showroom da ATEC Original Design.

Av. Brg. Faria Lima, 1800, 10º. andar – Pinheiros, São Paulo – SP, 01451-001

Telefone(11) 3056-1800

O (A) aluno(a) que quiser tomar contato com o curso pode assistir a uma aula gratuitamente, desde que agendada.

Depois disso, aulas avulsas precisam ser previamente agendadas, R$ 100,00 por aula.

30 vagas.

Haverá interrupção das aulas entre 27/5 e 13/06.

 

 

 

 

 

 

Regras do curso:

 

1) A primeira mensalidade corresponde também a uma matrícula no curso inteiro.
2) Se o (a) aluno (a) quiser desistir, basta interromper o pagamento. Se quiser retornar, volta a fazer os pagamentos ou paga aulas avulsas, mas não podemos garantir vagas. É importante que o(a) aluno(a) avise da desistência para podermos matricular pessoas que ficaram de fora.

 

3) A interrupção do pagamento implica perda da vaga.
4) Aulas avulsas têm de ser agendadas com no mínimo uma semana de antecedência (não ultrapassamos o limite das 30 pessoas). Essas aulas têm o valor unitário de 100 reais.
5) Ou seja, o(a) aluno(a) pode parar de pagar, se achar que não vai frequentar. Pode voltar a qualquer momento, DESDE QUE HAJA VAGAS, pagando mensalidades novamente ou aulas avulsas.

 

6) Podem ser feitos módulos separados do curso, desde que haja vagas. Quem quiser frequentar 1,5 módulo paga um módulo e aulas avulsas.

 

7) O vencimento da mensalidade é todo dia 15. Favor enviar o comprovante de pagamento para o e-mail: <barbaracardosogarcia@hotmail.com>

 

8) Pedimos a gentileza de identificarem o depósito com “curso ATEC”.